Economia

Meirelles deixa clara suas intenções de privatizar a Caixa aos banqueiros imperialistas

O ex-líder do governo de Michel Temer e pré-candidato para a presidência declara em sabatina de candidatos que a Caixa Econômica está sendo prepara para ser privatizada. Mostrando a intenção da base de Temer em continuar com a política privatistas e pró imperialistas.

quinta-feira 7 de junho| Edição do dia

O ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles (MDB) afirmou nesta quarta que a Caixa Econômica Federal está sendo preparada para iniciar um processo de abertura de capital e venda de parte da empresa para a participação privada, mesmo modelo que defende que vai acontecer para a Petrobras e o Banco do Brasil.

O pré-candidato a presidente afirmou que “A Caixa está sendo preparada para isso, como o novo estatuto e etc”. Ele também nega que isso seria a privatização clássica, mas defende que seria abertura para a participação do setor privado.

As declarações do ex-líder do governo de Michel Temer mostram as intenções privatistas e pró imperialistas de sua base, onde o intuito é privatizar vários setores que são fundamentais para a vida da população, como energia a Eletrobras e a Petrobras, agora também os bancos públicos.

O crescimento de demissões na Caixa, como parte da tentativa de diminuir gastos, aumentar o lucro da estatal para depois entregá-lo aos bancos internacionais, só tendem a aumentar a cada passo imperialista sobre seu comando. A corrupção do alto escalão ganhará uma nova roupagem, mais "profissional" e intocada pela Justiça.

A Caixa e o Banco do Brasil têm os juros mais elevados do país, isso pelo mesmo fator que o da Petrobras, onde o governo aumenta as taxas para atrair o mercado privado, e também justificar os motivos de serem privatizadas, isso que os próprios bancos privados também tem taxas e juros altos.

Não vai ser através da privatização que será resolvido os problemas dos juros sobre crédito dos bancos públicos, que só servirá para os banqueiros e imperialistas lucrarem. É necessário a estatização de todos os bancos sobre o controle dos trabalhadores, pois só assim será garantido juros de crédito barato. Uma resposta anti-imperialista só pode acontecer com o fim do pagamento da dívida pública para atacar o lucro dos grandes capitalistas. Para que esses recursos sejam utilizados os grandes problemas que assola a vida da classe trabalhadora.




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