Política

ELEIÇÕES RIO DE JANEIRO

Marcelo Freixo faz atividade de campanha no Clube Municipal na Tijuca

quinta-feira 6 de outubro| Edição do dia

Participaram militantes do PSOL, PCB, e apoiadores, em sua maioria jovens, além de deputados de partidos apoiadores como Waldeck Carneiro, do PT de Niteroi, e da Rede. Também participaram organizações como o Levante, MAIS, e NOS dentre outras. O objetivo da plenária foi organizar os apoiadores e militantes para atuar no segundo turno, construindo núcleos de campanha por bairros.

Marcelo Freixo fez a fala central, na qual chamou a que os eleitores respondam aos boatos contra ele, que setores contrários a sua candidatura, como Silas Malafia, estão fazendo nas redes sociais. Mas ressaltou a necessidade de que essas respostas não recaiam no mesmo método. “É um nível humano e de política muito baixo. É um desrespeito à democracia. É importante que na medida do possível a gente responda, mas não no mesmo nível que eles. Vamos falar o que a gente quer para a Educação, da Saúde, do que queremos para a zona sul, zona norte, zona oeste. Vamos falar do funcionalismo público”.

Completou afirmando que irá defender o funcionalismo, mas também dialogará com o empresariado, como já havia declarado anteriormente. “Crivella deu uma entrevista mais cedo e disse que a diferença entre nós é que eu sou estatizante. Eu não sei o que ele quer chamar de estatizante. Mas se ser estatizante é defender o servidor público, sim eu sou. Nós achamos que o que é público pode ser bom. Agora é claro que a gente pode dialogar com a iniciativa privada. Com a diferença de que com a gente vai haver transparência. Não adianta querer colar rótulo na gente, e fazer calúnia.”

Também disse que governará para todas as religiões. “Sábado faremos um encontro de várias lideranças religiosas, porque o nosso governo vai ser para todas as religiões, e não um governo de pastor”, afirmou. Esse encontro acontecerá após uma primeira reunião que Freixo já fez com líderes de várias igrejas, para articular apoio à sua candidatura. Por fim, defendeu que irá criar conselhos de moradores nas regiões. “A gente vai governar no primeiro dia depois das eleições, organizando o governo, os conselhos, os bairros. Essa cidade vai ter outra relação Estado sociedade. A gente vai dizer que a democracia não morreu no Rio de Janeiro”. De acordo com o programa apresentado por ele, esses conselhos teriam um caráter consultivo sobre os projetos para a cidade.

Sua candidata a vice, Luciana Boiteaux, reforçou alguns pontos da intervenção do Freixo, e destacou a importância das mulheres na campanha, e que o Rio de Janeiro não poderia ser governado por um agressor de mulheres, em alusão ao candidato do PMDB, Pedro Paulo




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