MANIFESTAÇÃO EM SÃO PAULO

Manifestação contra o governo Bolsonaro e o racismo ocupa o Largo da Batata em São Paulo

Nesse momento, no Largo da Batata, em São Paulo, manifestantes se reúnem para protestar contra o governo de extrema-direita de Bolsonaro e Mourão, e contra os assassinatos racistas da polícia nos EUA e Brasil.

domingo 7 de junho| Edição do dia

Após uma primeira manifestação no domingo passado, se colocando nas ruas contra Bolsonaro e os pequenos grupos fascistóides que se colocam nas ruas para apoiá-lo, hoje, 7, um novo ato ocorre no Largo da Batata em São Paulo, somando-se a manifestações em todo o país contra Bolsonaro e o racismo.

Vemos como frente ao agravamento da pandemia, Bolsonaro vem endurecendo ainda mais seu negacionismo, chegando agora ao ponto de omitir deliberadamente os números de óbitos causados pela COVID-19. Ao mesmo tempo, pequenos grupos de apoiadores do governo da extrema-direita têm saído todas as semanas nas ruas para defender Bolsonaro.

Nessa semana, os trabalhadores da Rappi organizaram uma manifestação na Avenida Paulista, e relataram ao Esquerda Diário as absurdas condições de trabalho a que estão submetidos, com baixíssimos salários, exposição à contaminação sem segurança, perseguições e demissões. Nessa mesma semana vimos o escandaloso caso da morte de Miguel, de 5 anos, que caiu do nono andar de um prédio enquanto sua mãe trabalhava como empregada doméstica. A negligência deliberada e criminosa da patroa de Mirtes, esposa do prefeito de Tamandaré, é mais uma demonstração da barbárie racista em nosso país - que atinge muito duramente as empregadas domésticas, a maior categoria de trabalhadores em nosso país.

Isso tudo torna ainda mais urgente ir às ruas, para lutar pela retirada de Bolsonaro, Mourão e os militares do governo, combatendo para colocar de pé uma Assembleia Constituinte Livre e Soberana, e para garantir a segurança dos trabalhadores, com o afastamento de todos os que não estejam em serviços essenciais, a proibição das demissões, a garantia de uma renda de R$2 mil para todos que necessitem, os testes massivos para todos e a unificação do sistema de saúde público e privado sob controle dos trabalhadores, com uma fila única para o atendimento dos casos de COVID-19.

Veja fotos do ato de hoje:




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