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ELEIÇÕES 2018

Mais um caso de agressão: diretor da FUP é atacado por Bolsonarista

Leonardo Urpia, petroleiro diretor do Sindipetro Bahia e da FUP, foi a mais nova vítima de um eleitor de Jair Bolsonaro, que propaga o ódio e a violência com seu discurso proto-fascista. Leonardo estava com estudantes e militantes em uma panfletagem a favor de Fernando Haddad, candidato à presidência pelo PT em uma praça de salvador quando foi ameaçado pelo agressor.

sexta-feira 26 de outubro| Edição do dia

Leonardo Urpia, petroleiro diretor do Sindipetro Bahia e da FUP, foi a mais nova vítima de um eleitor de Jair Bolsonaro, que propaga o ódio e a violência com seu discurso proto-fascista. Leonardo estava com estudantes e militantes em uma panfletagem a favor de Fernando Haddad, candidato à presidência pelo PT em uma praça de salvador quando foi ameaçado pelo agressor.

De acordo com Leonardo Urpia ’’Não podemos aceitar esta cultura de ódio, da intolerância. Se o agressor estivesse com uma arma, poderia ter ocorrido uma tragédia. Estou assustado com o caminho de ódio que o Brasil está tomando’’, ’’A dor física e as lesões passam, mas a dor maior é saber que isto é fruto de uma condução irresponsável de um ser público, que está influenciando brasileiros a cometer atos criminosos’’.

Leonardo foi agredido quando o agressor tentou atacar dois jovens que estavam com ele com o cinto da calça e o sindicalista saiu em defesa deles para conter o homem. Urpia foi agredido com chicotadas na cabeça e nas costas, tendo as mãos e rosto machucados pela fivela do cinto. O estudante Estras do Santos, do Instituto Federal de Educação, Ciências e Tecnologia da Bahia também foi agredido.

Este é mais um ato de agressão contra o opositores do candidato reacionário, Jair Bolsonaro. Desde do primeiro turno, casos de agressão como este, além de agressões à LGBT’s aumentaram significantemente. Mesmo que Bolsonaro use de sua demagogia para se livrar da culpa pelas agressões, é evidente que em suas diversas declarações de racismo, machismo e LGBTfobia, encoraja grupos de extrema-direita, incluindo organizações neonazistas a praticarem tais atos.

Somente a criação de milhares de comitês de luta em todo o país pode dar conta de organizar os trabalhadores e a juventude para se defender dessas agressões e lutar contra a retirada violenta de nossos direitos vem acontecendo no governo Temer, e vai ser ainda mais aprofundado num possível governo de Bolsonaro.




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