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CORONAVÍRUS

Mais de 600 mil trabalhadores de restaurantes e bares foram demitidos em meio à pandemia

Segundo uma enquete realizada pela ANR (Associação Nacional de Restaurantes) há estimativa de que mais de 600 mil pessoas estão sendo demitidas nesse último período do coronavírus.

sexta-feira 3 de abril| Edição do dia

Segundo uma enquete realizada pela ANR (Associação Nacional de Restaurantes) há estimativa de que mais de 600 mil pessoas estão sendo demitidas nesse último período do coronavírus. A entidade que possui mais de 9 mil associados, entre grandes redes, franquias e restaurantes independentes disse que 61,8 % dessas empresas já fizeram demissões em massa.

O presidente da ANR, que reúne redes como McDonald’s, China in Box, Viena e Outback declarou que as demissões vão de 600 mil até 800 mil. Considerando os trabalhadores formais e informais o setor tem 6 milhões de trabalhadores no país e com a nova medida provisória, a MP da morte de Bolsonaro a situação pode piorar ainda mais.

A MP decretada ontem, 1 de Abril, autoriza por três meses a redução de salários e jornada de trabalho, como também a suspensão de contratos (nesse caso, por dois meses). Elaborada pelo Ministério da Economia, comandada pelo sociopata Paulo Guedes e apoiada por Bolsonaro, vem para atacar ainda mais os direitos e a garantia de vida dos trabalhadores.

Os bancos, indústrias e empresas é que tem que pagar essa crise, são eles e não nós. A classe trabalhadora que vem sofrendo e morrendo todos os dias pelo capitalismo, e o coronavírus vem pra escancarar a intenção real daqueles que estão no poder, a burguesia não se importa com a vida de ninguém. A situação dos trabalhadores de bares e restaurantes é bastante grave, e para sair dessa crise é necessário atacar os lucros capitalistas e superar a crise econômica e sanitária, todos precisam de atendimento hospitalar, testes disponíveis, e para isso precisamos de mais recursos, equipamentos médicos, contratações para fortalecer a saúde pública nesse momento.




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