DESABAMENTO OCUPAÇÃO SP

MBL ataca com Fake News contra movimento por moradia após desabamento de prédio em SP.

A organização reacionária Movimento Brasil Livre, novamente criar campanha de Fake News nas redes sociais acusando movimento por moradia de cobrar aluguel dos moradores da ocupação do prédio desabado.

quarta-feira 2 de maio| Edição do dia

Novamente o MBL começou com uma onda de “Fake News”, dessa vez referente ao desabamento do prédio ocupado após o incêndio ontem em São Paulo. Desabamento que deixou centenas de famílias nas ruas sem lugar para onde ir. A organização reacionária dessa vez utilizou do ocorrido para fazer “denúncias” contra a ocupação e o movimento por moradia.

O grupo acusou o MTST, de ser uma organização criminosa e que estava cometendo abusos contra os moradores do prédio. Alegando que era cobrado aluguel dos moradores da ocupação, e que os moradores eram proibidos de sair a noite e ficavam com as portas do prédio acorrentadas, e isso teria dificultado a saída durante o incêndio.

O MTST soltou um post no face contra essas acusações absurdas que receberam. O grupo também já havia sido chamado de grupo terrorista junto com outras organizações de movimento sociais como o MST.

Não é de hoje, que o MBL aproveita uma fatalidade como essa para atacar a esquerda e os movimentos sociais. É só lembrar das Fake News que foram postadas e compartilhadas pelo grupo, fazendo acusações sobre a vereadora Marielle Franco (PSOL), após ter sido assassinada durante a intervenção federal no Rio de Janeiro. Alegando que ela havia sido casada com o Marcinho VP, traficante da facção Comando Vermelho, e que ela também estava envolvida no crime organizado.

O grupo vem sempre aproveitando os casos de catástrofes que causam comoção nacional para fazerem denuncias falsas e absurdas para atacar a esquerda, e impulsionando campanhas através das redes sociais para disseminar o ódio. É completamente repudiante as falsas alegações feita por essa organização que apoiou a Reforma Trabalhista, a Terceirização irrestrita, e entre outros ataques contra a classe trabalhadora brasileira.




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