REPRESSÃO AOS TRABALHADORES

Liberdade Imediata para presos em paralisações em Porto Alegre

Nas atividades da paralisação de hoje (14), cerca de 60 pessoas foram detidas, e pelo menos 40 levadas para delegacias. Várias pessoas ficaram feridas com a repressão policial contra os manifestantes nas garagens de ônibus e na linha de metrô de Porto Alegre e região.

sexta-feira 14 de junho| Edição do dia

Trabalhadores e estudantes foram reprimidos em manifestações da paralisação em Porto Alegre com gás lacrimogêneo e bombas de efeito moral, balas de borracha, cavalaria e jatos de água.

Entre os presos são cerca de 40 estudantes acusados de que teriam agredido policiais durante ato na Av. Cavalhada, na zona sul da cidade, como forma de criminalizar a paralisação dos rodoviários que conta com amplo apoio de estudantes e parte da população. Além disso, segundo a rádio Gaucha, são 6 funcionários da trensurb presos acusados de bloquear a linha de trem. Em Canoas, região metropolitana de Porto Alegre, ao menos 7 pessoas detidas já teria sido liberadas.

A repressão policial foi forte com tiros de borracha a queima roupa, com participação do choque, cavalaria, jato de água, interferindo no direito básico de mobilização e paralisação dos trabalhadores. Reprimem para defender a reforma da previdência que querem aprovar para nos fazer trabalhar até morrer.

Os governos e a patronal têm medo da força imparável que pode ter os trabalhadores, junto com os estudantes que protagonizaram grandes mobilizações nos atos do dia 15 e 30 de maio. Uma força que pode derrotar a reforma da previdência e os cortes na educação de Bolsonaro.

Exigimos liberdade imediata para todos os presos que hoje lutam pelo futuro de toda a classe trabalhadora e a juventude.




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