Política

Leite segue seus ataques ao funcionalismo publico e principalmente aos professores no RS

Eduardo Leite segue com seu plano de reajuste fiscal, que visa atacar diretamente o funcionalismo público, apesar do discurso de rever cargos comissionados, discursos do governador mostram claramente que os primeiros afetados serão os professores.

segunda-feira 21 de janeiro| Edição do dia

Declara que muito é gasto com a categoria, que sofre com parcelamento de salários a três anos, e que os planos de carreira acarretam com gastos que o Estado não pode pagar. A proposta que diz rever todo o funcionalismo é um ataque direto a direitos conquistados a anos, sabemos muito bem que não será o “alto escalão” do funcionalismo que será afetado e a prova é o discurso em torno dos professores.

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As medidas de Leite andam de mãos dadas com as medidas do governo Bolsonaro, que prova que apesar do apoio tímido dado durante as eleições, o governo de Eduardo Leite está bem alinhado com os planos do governo federal, de total precarização da vida dos trabalhadores para manter seus privilégios e seguir com os planos de entregar o pais para o capital estrangeiro.

A saída através das precarizações e privatizações sã apenas algumas das planejadas e Eduardo Leite as segue fielmente, os planos para uma reforma da previdência no RS seguem, Marco Aurélio Santos Cardoso, economista e Secretário da fazenda no RS, defende a reforma e a cataloga com “uma necessidade impiedosa do país como um todo e o Rio Grande do Sul vai ter que se aliar a isso.”

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As medidas que começam como um plano de reajuste fiscal para “salvar” o Estado, na verdade se mostram como linhas de uma enorme teia macabra sobre o RS e sobre todo o país, quando dizem que são medidas duras mais necessárias, temos que nos perguntar: duras pra quem? Começam atacando a Educação e pretendendo precarizar ainda mais a vida dos professores, que tem ameaçado seu direito de exercer sua profissão, e formar pessoas críticas (através da reforma do ensino médio e do debate em torno do escola sem partido), e tem ameaçando seus salários já baixos e no RS parcelados a anos. Atacar a previdência e nos obrigar a trabalhar até morrer, negociando nossas vidas para manterem suas mamatas.

Os planos do novo governo se tornam mais claro a cada dia, é mais do que urgente que as centrais sindicais das mais diversas categorias parem de apostar numa resposta em 2022 por que os ataques estão vindo agora, e está mais do que claro que o governo não tem plano nenhum em prol dos trabalhadores e sim planos de nos explorar cada vez mais para que arquemos com suas crises.




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