Gênero e sexualidade

29 DE SETEMBRO

Kátia Abreu será a motoserra de ouro inimiga das mulheres no ato de SP

A senhora do agronegócio e defensora de que as mulheres continuem morrendo por aborto ilegal, disse em seu Twitter que irá participar do ato de mulheres contra Bolsonaro em São Paulo, fazendo demagogia da luta das mulheres.

sábado 29 de setembro| Edição do dia

Ontem a noite em seu Twitter, a vice de Ciro Gomes (PDT) Kátia Abreu, tweetou que irá participar do ato de mulheres contra Bolsonaro neste sábado, em São Paulo. Assim como a candidata Marina Silva que que confirmou sua participação no ato como parte de sua agenda de campanha, Kátia Abreu irá participar do ato para fazer campanha eleitoral para Ciro Gomes, e fará demagogia com a luta das mulheres, enquanto defende os golpistas e os capitalistas, e também ser a grande defensora dos latifundiários, onde é conhecida como “Motosserra de Ouro” pelos empresários do agronegócio.

A vice de Ciro Gomes é inimiga das mulheres e defende que muitas mulheres sigam morrendo em abortos clandestinos, se colocando veementemente contra a legalização no Brasil. Kátia Abreu, ainda vai mais longe e defende, inclusive que as mulheres devem dar a luz a bebês anencéfalos, como afirmou em entrevista para a Folha de São Paulo.

Abreu que foi líder da bancada ruralista no Senado e também já foi presidente da Confederação Agricultura e Pecuária (CNA), entidade patronal que, entre outras coisas, defende que há muita terra para pouco índio para assim promover a retirada de suas terras. a senhora do agronegócio se aproxima bastante do reacionário Bolsonaro, ao se posicionar a favor do porte de armas dizendo que “todo mundo sabe que os fazendeiros estão desarmados.” Mais uma posição reacionária da vice de Ciro que se volta contra as mulheres, os trabalhadores, indígenas e movimentos sociais. Abreu continua e velha senhora do agronegócio, assassina de índios e quilombolas. Senhora do latifúndio como sempre foi.

A presença de Kátia Abreu no ato é parte da mesma busca do PT, com Haddad e Manuela D’Ávila, por transformar o ódio das mulheres contra a extrema direita de Bolsonaro em um palanque eleitoral, que expresse sua política entreguista de conciliação com os golpistas e capitalistas.

Segundo Maíra Machado, candidata a deputada estadual do MRT e militante do grupo de mulheres Pão e Rosas: “Não será lutando ao lado dessa direita escravista e latifundiária do Brasil, inimiga das mulheres indígenas, trabalhadoras, pobres e negras, que combateremos a extrema direita. Pelo contrário, nossa luta deve ser aliada à classe trabalhadora e a todos os explorados e oprimidos pela burguesia herdeira da escravidão e suas representantes políticas. A presença de Kátia Abreu e também Marina Silva é parte da estratégia do PT, com Manuela D’Ávila, de transformar nosso ódio a Bolsonaro em palanque eleitoral, em sua busca por conciliar com golpistas e capitalistas. Por isso, nós do Pão e Rosas teremos um bloco independente contra a extrema direita, os golpistas e a conciliação do PT.”




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