Política

QUE TODO JUIZ GANHE COMO UMA PROFESSORA

“Juízes deveriam ser eleitos, revogáveis e ganharem como uma professora”, diz Diana Assunção.

Diana Assunção, dirigente do MRT e ex-candidata a vereadora pelo PSOL afirmou nas redes sociais: "Eu acho que assim como os políticos, os juízes também deveriam ser eleitos, e ambos terem cargos que fossem revogáveis e que ganhassem o mesmo salário que uma professora, pelo mínimo do Dieese (R$3.585,00), e que todo julgamento por corrupção fosse por júri popular."

segunda-feira 5 de fevereiro| Edição do dia

No último dia 24/01, três juízes que não foram eleitos por ninguém, avançaram sobre o direito da população decidir em quem votar. O julgamento de Lula, cheio de arbitrariedades, é uma ofensiva do judiciário para tira-lo das eleições de 2018. Dentro da democracia burguesa o voto ainda é um dos poucos direitos elementares que os trabalhadores têm. Portanto, mesmo não compactuando com a política do PT, não se pode fechar os olhos para as ações do Judiciário e permitir que avancem sobre direitos tão elementares como o voto.

Os juízes não foram eleitos por ninguém, recebem salários altíssimos e vivem cheios de privilégios. Recentemente veio à tona o escandaloso exemplo dos auxílios-moradias recebidos por juízes como Sergio Moro e Marcelo Bretas, da Lava-jato e mesmo dos três desembargadores que julgaram Lula. Sergio Moro, por exemplo tem imóvel próprio em Curitiba e mesmo assim recebe auxílio moradia de um valor que equivale a mais de 4 salários mínimos de um trabalhador comum. O salário mínimo é de 954 reais enquanto só o auxílio-moradia de um juiz (além do seu salário altíssimo e diversos privilégios e benefícios) é de 4.378 reais.

Veja abaixo as postagens nas redes sociais da editora do Esquerda Diário com um programa para combater os privilégios bem como denunciando a mentira que o governo Temer está propagando de que a Reforma da Previdência combateria os privilégios.

“Eu acho que assim como os políticos, os juízes também deveriam ser eleitos, e ambos terem cargos que fossem revogáveis e que ganhassem o mesmo salário que uma professora, pelo mínimo do Dieese (R$3.585,00), e que todo julgamento por corrupção fosse por júri popular.”

“Agora o governo quer misturar a aprovação da reforma da previdência como se fosse parte do "combate aos privilégios" de políticos e juízes. Vocês não tem vergonha não? Abaixo os privilégios e a reforma da previdência! #QuemVotarNãoVolta #TodosPelaReforma não!”




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