LGBTFOBIA

Jovem espancada por ser lésbica em SP

Jovem de 19 anos é espancada em Praia Grande, litoral de SP, por dois homens que estavam dentro de um carro e a obrigaram a entrar no carro. Disseram "vai apanhar que nem menino".

sábado 3 de agosto| Edição do dia

Mais um caso de violência LGBTfóbica no país recordista de violência LGBT. A garota de 19 anos foi abordada por dois caras que a puxaram para dentro de um carro e a espancaram.

Nos últimos anos o país tem mostrado estatísticas crescentes de casos de violência e assassinatos à pessoas LGBT. Entre 2016 e 2017, segundo o relatório do Grupo Gay da Bahia, o país registrou um aumento de 30% nos homicídios de LGBTs. Ano passado em meios às eleições, os casos aumentaram enormemente impulsionados pelo reacionarismo de Bolsonaro.

"Graças a Deus não abusaram dela. A sensação foi mais para bater porque ela falou que gostava de ser menino. Por puro ódio, pura revolta. E você se sente mais revoltado ainda por não ter resposta", lamenta. "Graças a Deus não abusaram dela. A sensação foi mais para bater porque ela falou que gostava de ser menino. Por puro ódio, pura revolta. E você se sente mais revoltado ainda por não ter resposta", lamenta mãe da vítima.

A violência LGBT, longe de ser uma cortina de fumaça como defende setores ligados ao petismo é fundamental para que Bolsonaro avance com seus ataques aos trabalhadores, mantendo uma base dura conservadora. Há menos de um mês uma militante trans do PSOL foi sequestrada e torturada por seguidores bolsonaristas.

É revoltante o futuro planejado pra nós trabalhadores, para as mulheres, negros e negras e lgbts. A extrema-direita e seu discurso, racista, machista e homofóbico, planeja esmagar-nos enquanto sobem em seus elefantes de ouro. É preciso se aliar aos trabalhadores e juventude, para barrar o reacionarismo que afeta diretamente os mais oprimidos em nossa sociedade.




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