Gênero e sexualidade

ASSÉDIO

Jornalista é assediada por deputado após anunciar que não irá votar em Bolsonaro

A jornalista Juliana Celli postou uma foto na sua página do Instagram denunciando seu um superior de trabalho, o deputado estadual Getúlio Rêgo (DEM) por agredi-la verbalmente ao declarar que não votaria em Jair Bolsonaro para presidência.

segunda-feira 15 de outubro| Edição do dia

No Rio Grande do Norte a jornalista A jornalista Juliana Celli postou uma foto na sua página do Instagram denunciando seu um superior de trabalho, o deputado estadual Getúlio Rêgo (DEM) por agredi-la verbalmente ao declarar que não votaria em Jair Bolsonaro para presidência.

O deputado Getúlio Rêgo a chamou de corrupta e mentirosa, e a assediou publicamente ao dizer que deveria pedir exoneração do cargo que ocupa. Juliana declara ter mantido uma postura respeitosa ao não combater os ataques sofridos; afirmou apenas que seu chefe direto era democrático.

Em sua denúncia coloca que: “eu fui vítima da intolerância política que estamos testemunhando no país e que chegou no seu mais grave momento com a chegada do segundo turno das eleições.” Essa intolerância a que se refere está diretamente ligada ao que representa o reacionário Bolsonaro.

Essa agressividade e esse abuso de poder são reflexos do racismo, do machismo, da homofobia e da xenofobia; pilares do discurso de ódio do PSL. A vitória de Bolsonaro no primeiro turno explodiu em dezenas de casos de agressões por todo o país e no assassinato do Mestre Moa. Ao mesmo tempo, isso escancara a necessidade da construção de comitês de base em cada local de trabalho de estudo que visem combater esses ataques nas ruas e na realidade da vida cotidiana e não só nas urnas.




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