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Jornal de Campinas relata debate entre MRT e CUT na manifestação contra Temer nesta terça

Integrantes do Movimento Revolucionário dos Trabalhadores (MRT) e da Central Única dos Trabalhadores (CUT) se estranharam no início da manifestação, no Largo do Rosário. "Foi o PT que abriu espaço para a direita no poder", gritavam os manifestantes do MRT, interceptados pela CUT: "Vocês vão rachar o ato?" . A resposta que se seguiu foi: "Eu não sou petista, mas o golpe, eu não aceito. Quero o meu direito" .

quarta-feira 7 de setembro| Edição do dia

Nesta terça, mais um ato contra o governo golpista de Michel Temer tomou as ruas de Campinas. Para Danilo Magrão, candidato a vereador em Campinas e militante do MRT “a repercussão desta polemica com a CUT mostra que em Campinas está ganhando força uma esquerda de verdade, anticapitalista, que luta contra o golpe sem deixar de denunciar com força a responsabilidade do PT neste processo e como esse partido já vinha aplicando um duro ajuste contra os trabalhadores”.

Confira na integra trecho da noticia do jornal Correio Popular de Campinas que relata o ato desta terça-feira.

“Manifestantes voltaram as ruas da área central de Campinas para protestar contra o governo Temer na noite desta terça-feira. De acordo com a Frente Brasil Popular, que encabeçava o protesto, cerca de 1 mil pessoas estavam no ato. Já a Guarda Municipal contou 500 manifestantes.

Integrantes do Movimento Revolucionário dos Trabalhadores (MRT) e da Central Única dos Trabalhadores (CUT) se estranharam no início da manifestação, no Largo do Rosário. "Foi o PT que abriu espaço para a direita no poder" , gritavam os manifestantes do MRT, interceptados pela CUT: "Vocês vão rachar o ato?" . A resposta que se seguiu foi: "Eu não sou petista, mas o golpe, eu não aceito. Quero o meu direito" .

Cerca de uma hora depois, ambos seguiram pacificamente em passeata pelas principais vias do Centro, em direção à Prefeitura.

‘Independentemente de diferenças partidárias, o mais importante é defender os princípios da democracia’ , afirmou o advogado francês François Guichem Deville, que mora há 8 anos no Brasil, e participava da manifestação.”




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