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CHAMADO A CONSTRUÇÃO DE UM PARTIDO UNIFICADO DA ESQUERDA ARGENTINA

Jorge Altamira (PO) responde a proposta do PTS de um partido unificado da esquerda

Christian Castillo

Dirigente do PTS, sociólogo e professor universitário

sábado 27 de outubro| Edição do dia

Como parte das respostas à proposta realizada pela Direção Nacional do PTS de iniciar discussões para a formação de um partido unificado da esquerda, da classe trabalhadora e socialista que pode ser lida aqui, hoje publicamos uma primeira resposta que o dirigente nacional do Partido Obrero (PO), Jorge Altamira, publicou na última quinta-feira, 25/10.

Altamira realiza uma série de proposições políticas, programáticas e metodológicas sobre como avançar no debate em direção à construção desse partido unificado, no marco da profunda crise capitalista nacional.

Nesse sentido, recebemos uma carta da Direção Nacional do PO, cuja resposta publicaremos logo após a reunião da direção do PTS, assim como de distintas agrupações da esquerda que querem se somar a esta importante e transcendental deliberação. Já acordamos uma série de reuniões com as direções dos partidos da FIT e de outras forças nesse sentido.

Esse início de intercâmbios tem nos parecido muito auspicioso frente à necessidade de avançar em direção à construção de uma forte ferramenta política, que possa dar uma resposta política revolucionária, trabalhadora e socialista frente à crise capitalista, do governo e de seu regime político.

Como já adiantamos em nossa carta, e nisso temos acordo com Altamira, é fundamental impulsionar hoje uma grande campanha de agitação nacional da FIT, com uma declaração em conjunto que expresse os acordos programáticos alcançados. Da mesma forma, na Mesa Nacional da FIT já foi acordado a realização de uma série de debates abertos a serem realizados em todo o país pelas forças que integram a FIT, mas ainda é necessário avançar na elaboração de um cronograma de datas. Por fim, nossa proposta é que a Frente de Esquerda ponha toda sua força para impulsionar nos sindicatos, comissões de fábrica, centrais estudantis, de aposentados, etc., uma ação de massas em frente ao Congresso no dia da votação do orçamento federal no Senado, com uma proposta de paralisação e um programa que comece rompendo com o FMI e com o não pagamento da dívida aos especuladores.

Na segunda-feira, dia 29, haverá uma reunião da Mesa Nacional da FIT na qual se debaterão estas propostas.




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