CORRUPÇÃO CAPITALISTA

Irmãos Batista, da JBS, enriqueceram R$2,5 bi, mesmo após áudios sobre propina com Temer

Um ano e meio após as gravações envolvendo os irmãos Joesley e Wesley Batista virem à tona, os irmãos estão R$2,5 bilhões mais ricos.

quinta-feira 6 de dezembro| Edição do dia

As ações de ambos dentro da JBS somam hoje R$ 13 bilhões e a JBS avança no seu processo de abertura para o capital estrangeiro.

As milionárias delações premiadas, juntamente com penas cumpridas em mansões, entre outros métodos e privilégios do judiciário para os empresários corruptos e corruptores, são provas de que o avanço do judiciário foi para uma decisão da política, e não tinha como objetivo combater a corrupção.

Assim como na Petrobras, a atuação do judiciário serviu para ampliar o processo de privatização que essas empresas vinham tendo, como foi o conteúdo do acordo da JBS com o judiciário brasileiro.

Os irmãos deixaram o conselho de administração em maio de 2017 como forma de conter a crise da empresa. Assim, venderam parte dos negócios para fazer caixa, como a venda de frigoríficos do Mercosul (para o Minerva) e a Alpargatas (para o Itaúsa).

Os irmãos pretendem voltar para o controle da empresa e a sinalização é abrir o capital da JBS nos Estados Unidos, vendendo mais uma empresa nacional para as mãos do imperialismo.




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