GOLDMAN SACHS

Imperialista Goldman Sachs exige ajuste fiscal e mais exploração: tudo pela fortuna da dívida

Em evento, a presidente do Goldman Sachs no Brasil, Maria Silvia Bastos Marques, em meio a um discurso demagógico e pretensioso, exige ajuste fiscal e reformas que degradarão ainda mais a vida dos trabalhadores.

terça-feira 17 de julho| Edição do dia

A Goldman Sach é uma das doze instituições financeiras escolhidas para o Tesouro Nacional para intermediar as relações entre BC e o mercado para deter em primeira mão a compra dos títulos da dívida pública. Ou seja, está diretamente envolvido no principal mecanismo imperialista de roubo das riquezas nacionais.

Sendo assim, é óbvio que a fala da atual presidente não poderia ter outro sentido. Com um discurso demagógico de que é preciso "melhorar a produtividade", defende preparar melhor o terreno para que as reformas antipopulares sejam enfiadas goela abaixo aos trabalhadores e à população.

Maria Silvia destacou ainda a necessidade de a população conhecer "de fato" os problemas do país, "O Brasil precisa ter prioridades claras e a verdade deve ser dita a população". O que quer dizer com isso? Que para ela as prioridades são, evidentemente, o pagamento da dívida que beneficia bancos e empresas como a sua e que assim se aplique imediatamente a Reforma da Previdência que vai fazer com que os trabalhadores morram sem nunca se aposentar.

A única coisa que possa interessar a quem detém todo o privilégio advindo da dívida pública é que ela seja paga fielmente, cada vez mais, por qualquer governo que possa vir a assumir a presidência do Brasil. Para seguir pagando esta dívida ilegal, ilegítima e fraudulenta, é preciso que o país corte todo e quaisquer tipos de gastos que impeçam ou atrapalhem este grande negócio e, nesse sentido, impor reformas.

É por isso que de seu discurso demagógico escorre hipocrisia quando diz que é preciso "incentivos à educação". Que incentivo é esse que, justamente para pagar ainda mais a dívida pública, exige cortes e congelamentos de gastos em educação como a PEC 55?

A Goldman Sachs junto a Merryl Lynch, JP Morgan, Bradesco, BTG Pactual, o suíço Credit Suisse, o espanhol Santander, Votarantim, Itaú e as corretoras XP Investimentos, BGC Liquidez e a Renascença DTVM são as empresas e bancos que mais lucram com este ilegal mecanismo que perpetua a relação de dominação que vive o Brasil em relação aos países imperialistas.

É preciso acabar com esta sangria e expropriar todos estes capitalistas, como a Goldman Sachs, que se beneficiam da miséria dos trabalhadores e da população. É por isso que defendemos o não pagamento da dívida pública.




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