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Repudiamos tentativa do MBL de cassar mandato de Samia do PSOL

sexta-feira 22 de junho| Edição do dia

Repudiamos a tentativa reacionária de Fernando Holiday, vereador de São Paulo pelo DEM e líder do Movimento Brasil Livre (MBL) de cassação do mandato de Sâmia Bonfim (PSOL). Essa cassação representa uma evidente tentativa do MBL e da direita de calar as críticas contra suas posições reacionárias e conservadoras.

A cassação teria sido motivada por uma suposta "injúria verbal" que Sâmia teria cometido contra Holiday durante sessão na Câmara dos Vereadores, sendo acusada por por quebra de decoro parlamentar. A vereadora teria se referido à Holiday utilizando as expressões de "menino" e "boi de piranha do poder executivo".

O vereador do DEM teria se sentido desrespeitado, ao ser supostamente "julgado pela sua idade" ao ser chamado de menino por Sâmia. A motivação desta cassação é claramente uma perseguição ao PSOL, e ao conjunto das organizações de esquerda, como é de praxe do MBL, os campeões em Fake News e ataques sem sentido às organizações e figuras da esquerda.

Diana Assunção, dirigente do MRT e diretora de base do Sindicato de Trabalhadores da USP (SINTUSP) saiu em rechaço à política de Holiday de perseguição política à Sâmia: "Repudio veementemente a tentativa de censura à esquerda que representa o pedido de cassação do mandato de Sâmia Bonfim por Fernando Holiday. Estivemos na linha de frente de combate ao golpe, encabeçado pelo judiciário, parlamentares, como Cunha, um grande aliado do MBL e a tentativa de oferecer ao golpe institucional uma "cara jovem" utilizando figuras como Kim Katagiri e Holiday. Não permitiremos que o MBL e a direita, que são a favor da censura da arte e que atacam diretamente mulheres, negros e LGBTs, calem a esquerda."

"Entendemos que este pedido de cassação de Holiday, é uma tentativa de censura à esquerda e às críticas contra os posicionamentos reacionários e conservadores. Figuras como Holiday e setores reacionários se fortalecem graças ao não combate das centrais sindicais como a CUT e a CTB, bem como do PT, ao golpe institucional, aos ataques de Temer contra os trabalhadores e à prisão arbitrária de Lula. Não permitiremos que tentem nos intimidar." declarou Marcello Pablito, dirigente do MRT e diretor do Sindicato dos Trabalhadores da USP.




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