Governo mineiro, com aval da justiça, derruba obrigatoriedade de pagar no 5° dia útil

quinta-feira 26 de julho| Edição do dia

Em mais uma posição anti-operária, o governo de Minas Gerais conseguiu por meio de liminar concedida pelo ministro Dias Toffoli, que ocupa o lugar de presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) enquanto Cármen Lúcia ocupa a presidência do país por conta da viagem do golpista Michel Temer para a Cúpula dos BRICS na África do Sul, suspender a obrigatoriedade do Estado em pagar os servidores da Educação até o 5° dia útil e sem parcelar o salário.

Cumprindo seu papel autoritário, a justiça, de mãos dadas com o governo mineiro, escancara mais uma vez sua disposição em atacar os trabalhadores.

Os servidores do Estado que vem sofrendo duros ataques, como atrasos e salários parcelados, pelo governador petista, Fernando Pimentel, agora seguem sem a garantia mínima de receberem no 5° dia útil.

O Estado vem aplicando o parcelamento de salários desde janeiro de 2016, a decisão de parcelar o pagamento surgiu como alternativa ao “cenário de crise financeira”, porém, já se foram dois anos desde que o governo vem aplicando essa medida como forma de descarregar a crise nas costas dos trabalhadores, mantendo os privilégios dos altos funcionários do Estado e dos capitalistas.




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