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ELEIÇÕES 2018

Flávio Bolsonaro esconde suplente que é acusado de ocultar patrimônio de R$ 12,7 milhões

terça-feira 23 de outubro| Edição do dia

Foto: Ian Cheiub / FolhasPress

O 1º Suplente do senador recém eleito Flavio Bolsonaro (PSL), o empresário Paulo Marinho, é suspeito de ocultar, da Justiça Federal, um patrimônio de R$ 12,7 milhões no nome da esposa e de sua filha. A própria Justiça determinou, inclusive, a indisponibilidade de dois imóveis atribuídas à sua mulher e filha para quitar uma dívida com a empresa Nelson Tarune.

Paulo Marinho é um conhecido empresário da burguesia carioca, foi indicado ao cargos de primeiro suplente pelo presidente do PSL, Gustavo Bebianno, à contragosto do próprio Flavio Bolsonaro que agora tenta escondê-lo dos eleitores que lhe deram voto iludidos pelo demagógico e mentiroso discurso de combate à corrupção. O empresário acusado de ocultar esse patrimônio milionário, coleciona aliados, dos mais sujos e reacionários da política atualmente como o prefeito carioca Marcelo Crivella (PRB) que participa junto a sua prefeitura de um consórcio que instalará uma roda gigante na região portuária da cidade. Realizou em sua casa um jantar para o candidato ao governo do Estado de São Paulo, para felicitar a campanha de João Dória, o mesmo que declarou dar continuidade ao genocídio do povo negro e morador de favela dizendo que em seu governo “policia vai atirar para matar”.

Esse é o bando de reacionários acusados de corrupção com os quais Bolsonaro e sua família pretendem governar, há quem diga que esta família que a cada dia que passa mostra o quão mentirosa são as palavras destes deputados com relação à defesa do combate à corrupção, aliados à quem é acusado de estar nesta mesma lama de corrupção, vai banir justamente a “roubalheira” do planalto. Se enganam! Bolsonaro, sua família e toda bancada do PSL nas Câmaras Legislativas representam o que tem de mais sujo na política, representam um programa anti-popular e anti-operário, uma continuidade ainda mais violenta do governo golpista de Temer.




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