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GREVE BANCÁRIOS

Fenaban chama bancários para negociar

A greve começou forte no primeiro dia, e os bancos agendaram uma nova reunião de negociação para sexta-feira.

terça-feira 6 de setembro| Edição do dia

Segundo as informações que chegam de todo o país a greve começou forte. Em alguns locais como Acre ou Mato Grosso a paralisação chega a 70%.

Para a Contraf/CUT "O primeiro dia de greve da categoria bancária em todo o Brasil é considerado o maior da história. Em resposta a proposta rebaixada da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), 7359 agências, centros administrativos, Central de Atendimento (CABB) e Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC) tiveram as atividades paralisadas. Este número equivale a 31,25% do total de agências no Brasil, segundo dados do Banco Central."

Segundo o Sindicato dos Bancários de São Paulo cerca de 20% dos 140 mil bancários da região pararam no primeiro dia. Apesar de uma paralisação forte para o primeiro dia, o ativismo começou muito fraco, especialmente em São Paulo.

Para Thais Oyola, delegada sindical da Ag. Sé da Caixa, “é fundamental que os bancários se coloquem como sujeitos na greve, e não voltem pras suas casas para ficar assistindo de longe, de camarote, o trator das direções burocráticas do sindicato passarem. É fundamental que todos nós tomemos essa greve e organizemos ela a partir dos locais do trabalho junto com nossos colegas para que possa ser uma greve diferente e uma greve que possa se dirigir também a outros setores que estão em campanha salarial nesse segundo semestre, como os petroleiros, os correios, para que a gente possa fazer uma luta unificada porque os ataques estão vindo sobre as cabeças de todo mundo, então a resposta tem que ser conjunta também.”




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