REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Favoráveis à reforma, governadores propõem fundo de compensação para combater déficit em aposentadoria

Em reunião na noite desta segunda (01) com Davi Alcolumbre (DEM-AP), presidente do Senado, o governador Camilo Santana (PT) pleiteou fundo de compensação previdenciária, além da negociação dos estados entrarem na Reforma da Previdência.

terça-feira 2 de julho| Edição do dia

A reunião de Alcolumbre em sua residência oficial contou com a presença dos governadores Hélder Barbalho (MDB-PA), Renan Filho (MDB-AL), João Azevedo (PSB-PB), Wellington Dias (PT-PI) e Camilo Santana (PT-CE), e serviria para articular a inclusão dos estados na Reforma da Previdência. O que o governador do PT defendeu é que existe um défict na previdência pública dos estados e que somente a inclusão deles na Reforma não dá conta de cobrir esse déficit, por isso propôs a criação de um fundo de compensação.

Camilo Santana sempre defendeu a inclusão dos estados e municípios na Reforma, assim como todos os governadores do PT. O último lance desse setor foi o apoio à aprovação da PEC de privatização do Pré-Sal para receberem verba para os estados, em troca de darem apoio à nefasta Reforma da Previdência.

Então, além de apoiarem que trabalhemos até morrer, os governadores do PT sustentam um projeto privatista dos recursos naturais do país em benefício de empresas estrangeiras para continuar escorando seus governos.

Isso está somado à política das centrais sindicais CUT e CTB, dirigidas por PT e PCdoB, que não construíram a paralisação nacional do dia 14 de junho como parte de um plano de luta para a derrotar a reforma, mas sim realizaram ações controladas, para não atrapalhar as negociações interessadas. Chamam o dia 12 de julho só para dizer que algo está sendo feito.

Do outro lado, os trabalhadores e a juventude, devemos enxergar as negociatas dessa suposta “oposição” e ver que, para enfrentar a corja de Maia, Alcolumbre, Toffoli e governo, precisamos tomar em nossas mãos os rumos da mobilização, impor aos sindicatos e centrais sindicais um verdadeiro plano de luta para derrotar a reforma.




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