GREVE GLOBAL DO CLIMA

Estudantes do IFCH paralisam pela Greve do Clima nesta sexta-feira

Em assembleia realizada na terça-feira (17), estudantes de história e ciências sociais deliberaram por paralisar as atividades na sexta-feira (20) para se incorporar às atividades que estão sendo chamadas internacionalmente pela greve global do clima.

quinta-feira 19 de setembro| Edição do dia

Discutindo os recentes acontecimentos no país, como a queimada na Amazônia e a crescente destruição da natureza que representa o capitalismo, estudantes decidiram paralisar para se somar às atividades chamadas no mundo inteiro e que compõe uma semana de mobilização contra as mudanças climáticas e a ganância capitalista.

Após a jovem de 15 anos, Greta Thunberg, protestar em frente ao parlamento com uma placa que dizia “greve estudantil contra as mudanças climáticas”, começou um grande movimento contra o aquecimento global e os demais efeitos da destruição da natureza, que agora se expande para o Brasil em sua primeira greve do clima, nesse dia 20 de setembro.

Bolsonaro em apenas 8 meses de governo já começou a venda de nossas riquezas nacionais, apoiado no imperialismo norte-americano. Até 3 dias antes do início dos incêndios na Amazônia teria sido alertado sobre o “dia do fogo” organizado pelos maiores ruralistas do país. Seu discurso “negacionista” das mudanças climáticas tenta esconder a venda e destruição cada vez maior dos patrimônios naturais brasileiros.

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Ao mesmo tempo, distintas alas do imperialismo, como França e Alemanha, fazem demagogia com as queimadas, mas “por baixo” são empresas desses países com incentivo dos seus governos que utilizam os piores agrotóxicos nas lavouras e incentivam também o aumento da área queimada para o agronegócio, bem como o uso científico muito rico de nossa natureza para o lucro de suas empresas.

Os estudantes do IFCH reunidos em assembleia vão paralisar suas atividades e fazer um dia de discussões sobre a atual conjuntura, bem como discutir como derrotar a destruição massiva da natureza e a luta pelo nosso futuro, o qual Bolsonaro cada vez mais quer atacar.




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