Educação

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Estudantes da UFRJ ocupam a reitoria da universidade

Por volta das 15h os estudantes se reuniram em plenária e, após breve debate, seguiram para ocupar o prédio da reitoria da universidade. Eles se somam ao movimento nacional de ocupações estudantis contra a PEC 241/55, a reforma do Ensino Médio e o projeto Escola Sem Partido.

segunda-feira 7 de novembro| Edição do dia

Contudo, todos os eixos políticos da ocupação ainda não foram definidos pelos estudantes, que se reunirão em nova assembleia hoje, às 22h, na ocupação.

Foram dezenas de estudantes de diversos campi que efetivaram a ocupação do prédio que havia sido deliberada na última sexta-feira, 4.

Os militantes da Faísca propuseram aos presentes que a ocupação da UFRJ fizesse um chamado às demais ocupações para unificar o movimento, realizando plenárias comuns e avançando para a construção de um comando unificado com delegados eleitos. Contudo, a plenária não teve caráter deliberativo e essa questão foi remetida para a assembleia das 22h. Sobre isso, Artur, estudante de História, deu uma declaração para o Esquerda Diário:

"a ocupação da UFRJ é fundamental para fortalecer o movimento contra os ataques de Temer, não apenas no Rio, mas nacionalmente. Os secundaristas foram a linha de frente dessa luta, que agora está ganhando as universidades de todo o país. Nós da Faísca pensamos que é muito importante darmos um próximo passo para unificar essa luta criando espaços onde possamos debater com os companheiros das demais ocupações e pensar ações em comum, como a construção de uma forte mobilização no dia 11, que está sendo convocado como um dia de paralisação nacional, ainda que saibamos que CUT e CTB não estão efetivamente mobilizando e construindo com força esse dia. O movimento dos estudantes pode ser um fator importante para contagiar os trabalhadores e levar adiante uma luta unificada e forte contra os ataques de Temer nacionalmente, bem como os de Pezão aqui no estado. Alguns setores de trabalhadores já estão saindo em luta, como os professores e servidores do Pedro II, e o fortalecimento dos trabalhadores nessa luta é fundamental para que ela possa ser vitoriosa."

Agora é hora de fortalecer o movimento e unificar com as demais ocupações que estão ocorrendo no Rio, como de diversos campi do Colégio Pedro II e do IFRJ. Todo apoio!




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