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MARIELLE FRANCO

Estudantes da UERJ questionam, quem mandou matar Marielle Franco? Participe também da campanha

Às vésperas do emblemático um ano do brutal assassinato de Marielle Franco, um dia após a prisão de dois ex-policiais militares, apontados como executores do crime, estudantes da UERJ de diferentes cursos se somam a campanha de fotos impulsionada pelo Esquerda Diário para questionar quem mandou matar a vereadora eleita.

quinta-feira 14 de março| Edição do dia

Estudantes de Serviço Social da UERJ

Quem mandou matar Marielle? A investigação que apontou e prendeu os suspeitos por esse crime bárbaro que marcou o ano da eleição de Bolsonaro como sequencia do golpe institucional no país, segue cheia de lacunas e segredos que deixam nebulosa a responsabilidade do Estado e suas instituições. Exigimos saber quem foi o mandande do crime, porque diferente do que querem fazer acreditar o delegado e o Ministério público, não foi um crime de ódio, mas sim político, contra uma personalidade da esquerda, defensora dos direitos dos setores oprimidos e militante na denuncia do massacre da juventude negra pelas mãos do Estado, seja enquanto polícia ou como milícia.


Estudante de Serviço Social da UERJ


Estudantes de Serviço Social da UERJ


Faixa produzida por estudantes de Serviço Social da UERJ

Nos cursos de Serviço Social e de Geografia os estudantes, além de participarem da campanha, decidiram paralisar as atividades para se somar a mobilização no centro da cidade nesse emblemático 14 de março. Esta iniciativa deveria servir como exemplo para todo o movimento estudantil, em primeiro lugar da própria UERJ, com seu DCE dirigido pelo PCdoB, mas também às direções de CAs e DCEs por todo o Rio e todo o país, onde correntes da esquerda tem papel importante, como novamente o PCdoB junto ao PT na direção da UNE e correntes do PSOL a frente de diversas entidades estudantis.


Estudante da Geografia da UERJ

Só é possível ter justiça por Marielle a partir de uma grande mobilização que imponha ao Estado uma investigação independente do caso, livre dos laços intrínsecos entre polícia, milícia e negócios políticos espúrios de caciques do regime carioca. As instituições precisam garantir acesso a todas as informações obtidas e ferramentas necessárias para que uma comissão composta por especialistas civis, ligados à defesa dos direitos humanos e organizações sindicais, do movimento de favelas e parlamentares do PSOL possam averiguar todo o rumo e resultados da investigação do Estado.


Estudante de Pedagogia da UERJ


Estudantes de Pedagogia da UERJ


Estudante de Pedagogia da UERJ


Estudante de Pedagogia da UERJ


Estudante de Pedagogia da UERJ


Estudante de Pedagogia da UERJ


Estudante de Pedagogia da UERJ


Estudante de Pedagogia da UERJ


Estudante de Pedagogia da UERJ


Trabalhadora terceirizada com estudantes

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