Mundo Operário

Esquerda Diário e Juv. Faísca fazem campanha de cartazes no centro de Osasco chamando a paralisar dia 16/08

quinta-feira 11 de agosto| Edição do dia

Os trabalhadores das fábricas da região sofrem todos diversos ataques da patronal, atrasos de salários, retirada ou sonegação de direitos, demissões, fechamentos de fábricas, assim sendo necessário organizar uma luta comum contra todos esses ataques unificados dos patrões.

No dia 16/08 está sendo chamada pelas centrais sindicais (Força Sindical, Cut, UGT, Conlutas, etc) uma paralisação nacional contra os ataques do governo ilegítimo de Temer aos direitos trabalhistas. Com todas as contradições desse chamado, o fato de ser feito pela burocracia sindical como forma de dar uma resposta “teatral” para sua base, pois não organiza seriamente nenhuma luta, vemos a legitimidade e necessidade de uma paralisação nacional de toda classe trabalhadora. Nesse sentido, chamamos os trabalhadores a organizarem assembleias em seus locais de trabalho, organizarem um programa e um plano de luta e efetivamente pararem a produção, retomando os métodos clássicos de luta da classe operária como forma de barrar os ataques que já se colocam e que se anunciam cada vez maiores.

Exigimos da Força Sindical, central que dirige o sindicato dos metalúrgicos de Osasco, que rompa com seu imobilismo, que só pode beneficiar a patronal, e organize os trabalhadores, a partir de assembleias efetivamente democráticas, onde haja espaço para os trabalhadores da base, e não onde falem apenas os diretores do sindicato. Que a Força Sindical seja coerente com o chamado nacional que faz à paralisação e pare a produção nas fábricas de Osasco, já que aqui os motivos para lutar não faltam.

Por pressão dos trabalhadores da base o sindicato dos metalúrgicos de Osasco, em assembléia na fábrica Mecano Fabril, dia 04/08, prometeu nova assembleia dia 16/08. É necessário que essa assembleia efetivamente se realize e que tire a paralisação e um ato no centro de Osasco, como forma de dar visibilidade à luta do trabalhadores da Mecano (que já fizeram 4 greves, apenas em 2016) e dos demais trabalhadores do complexo da antiga Cobrasma, fábrica que foi palco de greve histórica contra a ditadura militar em 1968.

É PRECISO PARAR DIA 16/08

- EM DEFESA DE SALÁRIOS, EMPREGOS E DIREITOS

- CONTRA A CONTRA-REFORMA DA PREVIDÊNCIA E A EXPANSÃO DA TERCEIRIZAÇÃO

- CONTRA O DESEMPREGO, PELA REDUÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO SEM REDUÇÃO DE SALÁRIO.

- CONTRA O FECHAMENTO DAS FÁBRICAS, SE A FÁBRICA FECHAR POR INCOMPETÊNCIA DO PATRÃO DEVEMOS OCUPAR E COLOCAR PRA FUNCIONAR SOB CONTROLE OPERÁRIO.

- QUE OS PATRÕES PAGUEM PELA CRISE




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