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Escolas paralisadas e professores nas ruas, Sartori a culpa é tua

A terça-feira (26) começou em Porto Alegre com ato dos professores em greve no Tribunal de Justiça, marcando um ano de uma liminar que proibia o governo de parcelar salários. No interior, piquetes nas escolas e diálogo com a comunidade escolar marcam a continuidade da greve.

terça-feira 26 de setembro| Edição do dia

Na segunda (25) o governo tentou dividir a categoria anunciando pagamento primeiro para quem ganha menos. A reação dos professores nas redes sociais foi imediata: mais revolta com o governo.

Veja mais: Sartori tenta dividir a greve dos professores e anuncia pagamento primeiro para quem ganha menos

Em Porto Alegre dezenas de professores marcharam no centro da cidade, partindo do Tribunal de Justiça. A escolha do local é para marcar um ano de uma liminar que o CPERS conseguiu proibindo o parcelamento dos salários. A liminar não foi cumprida pelo governo.

O ato marchou até a Praça da Matriz, onde fica o Palácio Piratini e a Assembleia Legislativa. A convocação é para uma vigília na praça ao longo da tarde pois os deputados da base do governo devem mais uma vez tentar votar projetos contra os trabalhadores do serviço público nesta terça-feira.

Ocorrem ainda panfletagens em terminais de ônibus da capital, como no terminal São Jorge na zona lesta. Na segunda-feira atos zonais também dialogaram com a comunidade escolar e com a sociedade, marcando mais uma vez o apoio à greve.

No interior, como em Santa Maria, professores fazem piquetes nas escolas convocando mais professores a aderir à greve e chamando para o ato estadual unificado que ocorre na próxima sexta-feira (29) contra Sartori.

Veja também: Escolas continuam organizando a luta em Caxias do Sul




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