Economia

CRISE PARA QUEM?

Em meio a crise, presidente mundial do Santander comemora a situação do país

A crise econômica que persiste no país, com milhões de demitidos e desempregados, ao que se soma as diversas reformas que o governo quer impor sobre os trabalhadores, bem como a crise política que corrói todas as instituições; nada disso preocupa o setor financeiro, que segue de vento em popa. Segundo avaliação de Ana Botín, presidente mundial do Santander, “muito positivo” a médio prazo o que está acontecendo no Brasil.

quarta-feira 5 de julho| Edição do dia

A presidente mundial do Santander, Ana Botín, afirmou ver de forma “muito positiva” a médio prazo o que está acontecendo no Brasil. Afirmou ainda que os investimentos da empresa no país continuaram aumentando.

Com lucro que cresceu 37,3% em abril, na comparação com o mesmo período de 2016, alcançando 2,28 bilhões e que fez com que desse um grande alívio para a empresa em nível mundial. "Só fortalece a democracia, as instituições, é positivo para a confiança", afirmou, ao comentar a crise política atual.

A democracia a que reinvidica Ana Botín, é aquela que favorece apenas os grandes banqueiros e empresários, enquanto reprimi a classe trabalhadora e a população como um todo, com as reformas da previdência e a trabalhista. Com o processo político que passamos pelo país, o aprofundamento do golpe tem um sentido muito claro que é o de fortalecer os mais ricos da sociedade, não nenhum tipo de democracia, por mais mínima que seja.




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