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GREVE SERVIDORES SP

Em defesa de nosso direto de greve: sexta às 15h, todos ao ato contra o SAMPAPREV

Corre uma notícia nos grupos de Whatsapp, Facebook e nos jornais sobre o corte de salário dos servidores e professores em greve na prefeitura de São Paulo.

quinta-feira 14 de fevereiro| Edição do dia

Mais um abuso de Bruno Covas (PSDB) contra o direito legítimo de greve dos servidores, isso exige de nós uma resposta decisiva: defender nosso direito de greve! Nos organizando aos milhares amanhã no ato, que ocorrerá em frente à Prefeitura às 15h. Essa é a única forma de garantir o direito histórico de greve dos servidores municipais, com cada professor e servidor que ainda não aderiu à mobilização se vendo como parte da transformação dos rumos dessa greve.

Covas e os capitalistas temem a unidade dos trabalhadores e o fortalecimento da nossa greve que tem se expressado em assembleias com milhares de trabalhadores e 100% de adesão de muitas escolas e equipamentos públicos e por isso agora querem com mais essa ameaça e perseguindo os grevistas, impor uma derrota ao funcionalismo, negando inclusive o direito das categorias de reivindicar direitos e melhores condições de vida e trabalho. Querem ferir os métodos combativos de luta que hoje podem reverter o SAMPAPREV e ameaçar a aprovação da Reforma da Previdência de Bolsonaro.

A burguesia, os patrões, Bruno Covas e Bolsonaro sabem o que significaria a derrota do SAMPAPREV em São Paulo para aprovação da Reforma da Previdência no Congresso, como viram durante a gestão de Michel Temer, quando o SAMPAPREV dirigido pelo atual governador João Dória (PSDB) foi derrotado pela massiva greve de 2018 e dificultou que Temer avançasse com essa proposta.

Por isso Covas arbitra contra nosso direito de greve, o que só pode ser respondido massificando a greve dos servidores começando pelo ato de amanhã, que acontecerá às 15h em frente a Prefeitura, com cada professor e servidor saindo às ruas para mostrar nossa força e também para garantir o direito de reposição de todos os setores do funcionalismo, não apenas dos professores. É preciso organizar uma forte defesa unificada, com cada categoria fortalecendo uns aos outros pelo direito de greve e com todos que ainda tinham dúvidas de que é possível reverter esse ataque entrando em cena em defesa do nosso direito de greve e desse método histórico de luta.

Os parlamentares do PSOL podem transformar seu apoio em força material e dar início a uma campanha nacional em defesa do direito de greve dos professores e servidores municipais de São Paulo. Exigindo das grandes Centrais Sindicais, a CUT e a CTB e também da CSP Conlutas e da Intersindical que se liguem à essa campanha e organizem essa solidariedade em cada local de trabalho e estudo que dirigem, pois se atacam nosso direito de greve agora, abrem o precedente para atacar o direito de luta do conjunto da classe trabalhadora, como o TST começou a fazer quando proibiu o direito de greve contra as privatizações. É urgente unificar as forças para defender o direito de luta dos trabalhadores!

Professora Marlete, do Movimento Nossa Classe - Educação, chama todos a responderem as ameaças de Bruno Covas e defender nosso direito de greve, massificando nossa luta!




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