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Em Israel para comprar drones para matar negros, Witzel faz flexões com militares

O governador eleito do Rio de Janeiro, Wilson Witzel está em Israel desde o dia 4 deste mês. O objetivo da viagem é comprar equipamentos para matar ainda mais nas favelas cariocas e contratar treinamento para os policiais cariocas. Em confraternização com assassinos do povo palestino, Witzel faz flexões junto aos militares.

segunda-feira 10 de dezembro de 2018| Edição do dia

O governador eleito do Rio de Janeiro, Wilson Witzel está em Israel desde o dia 4 deste mês. O objetivo da viagem é comprar equipamentos para matar ainda mais nas favelas cariocas e contratar treinamento para que os policiais cariocas “mirem atirem na cabecinha” e “abatam suspeitos portando fuzis”, declarações dadas pelo próprio político, um verdadeiro atentado institucional aos Direitos Humanos.

Há poucas sinalizações mais reacionárias de um governo que se aproximar de forma tão entusiasmada do Estado de Israel, como tem sido as do governador eleito do Rio de janeiro, Wilson Witzel. O Estado de Israel pratica um mundialmente conhecido massacre contra o povo palestino, e se constituiu nas ultimas décadas baseado na guerra como um negócio muito lucrativo. Com o assassinato sistemático e massivo de palestinos, Israel ergueu seu império bélico, desenvolvendo tecnologias de ponta para matar um povo historicamente oprimido. Seus soldados tem técnicas letais, que Witzel, não satisfeito com o volume de assassinatos policiais no Rio, quer ensinar aos cariocas para que matem ainda mais.

Em imagens expostas em redes sociais pelo embaixador israelense, Witzel aparece fazendo flexões junto com os soldados com um dos treinamentos mais assassinos do mundo, com a legenda "Parabéns, vamos melhorar a segurança pública em todo Brasil". O governador eleito vai até Israel gastar o dinheiro publico fluminense com a compra de drones assassinos e treinamento letal. Isso é uma realidade trágica para milhares de jovens negros e suas mães nas periferias e favelas cariocas.

Witzel, alinhado com os Bolsonaro, querem fazer do Rio e do Brasil um quintal para o imperialismo fazer o que quiser, desde levar nossas riquezas a preço de banana, até testar seus equipamentos e técnicas de guerra no lombo sul-americano. É preciso unir as forças dos setores pobres e oprimidos com os trabalhadores para obrigar as centrais sindicais a organizarem a luta necessária que está por vir.




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