Gênero e sexualidade

8 DE MARÇO

Em BH neste 8M milhares de mulheres ecoaram o grito contra Bolsonaro a Reforma da Previdência e justiça por Marielle

sábado 9 de março| Edição do dia

Em Belo Horizonte cerca de 3000 pessoas se reuniram no ato das mulheres no centro da cidade. Duas concentrações em locais diferentes se encontraram na Praça Sete e desceram até a Praça da Estação. O ato repudiou o crime da Vale em Brumadinho, denunciou a proposta de Reforma da Previdência de Bolsonaro e perguntou "quem mandou matar Marielle Franco?".

Durante o percurso muitas das palavras de ordem das mulheres foram contra a misoginia do governo Bolsonaro, cuja proposta de reforma da Previdência tem como alvo principal as mulheres.

Flavia Valle, militante do grupo Pão e Rosas, também ressaltou a continuidade de Bolsonaro na agenda de ataques neoliberais contra a classe trabalhadora com a reforma trabalhista e as privatizações, relembrando as tragédias de Brumadinho e Mariana, que tiveram na sede de lucro da Vale sua casa.

Também explodiu no ato o grito das mulheres por justiça a Marielle. Faltando 1 semana para completar 1 ano da execução da vereadora, sua morte permanece ainda sem esclarecimentos. Uma ferida aberta pelo golpe constitucional no país que prossegue no governo Bolsonaro.

O grupo Pão e Rosas esteve presente no ato levantando essas lutas e apontando a necessidade de um feminismo socialista que busque aliança do movimento de mulheres às lutas da classe trabalhadora para a derrubada do patriarcado e o fim de todas as opressões com a superação do sistema capitalista. Assista abaixo a fala de Flavia Valle, do grupo Pão e Rosas:

Veja mais fotos do ato:


8M em Belo Horizonte. Foto: Ramon Lisboa/D.A. Press


Concentração da UFMG desceu da praça Afonso Arinos. Foto: Pão e Rosas


Encontro de frentes na praça 7. Foto: Equipe Gabinetona


Bloco da UFMG se reúne no pirulito da praça 7. Foto: Pão e Rosas


Foto: Pão e Rosas




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