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RIO GRANDE DO SUL

Eduardo Leite do PSDB tenta censurar Esquerda Diário por denúncia sobre exames de câncer em Pelotas

O Esquerda Diário denunciou o absurdo caso dos exames de câncer feitos por amostragem na gestão de Eduardo Leite (PSDB) como prefeito em Pelotas. Como a maioria dos exames não eram analisados o resultado foi a morte e o adoecimento de mulheres da cidade. O candidato tucano ao governo do RS tentou censurar a divulgação da denúncia no Facebook.

quarta-feira 12 de setembro| Edição do dia

Eduardo Leite entrou com processo no TRE do Rio Grande do Sul para a retirada do artigo “Eduardo Leite tem sangue de mulheres nas mãos pela sua gestão da saúde em Pelotas” do Facebook. A matéria denuncia as apurações de fraude em exames de câncer da rede pública de saúde em Pelotas no período em que Leite foi prefeito. Os exames foram feitos por um laboratório privado contratado pela prefeitura. A própria justiça entendeu que o pedido do candidato feria a liberdade de imprensa. É uma evidente tentativa de censura e de abafar as criticas.

Eduardo Leite não pode esconder os fatos que os servidores públicos da área da saúde estão denunciando desde 2017. Essa denuncia que já gerou processos em curso na justiça e uma CPI na Câmara de Vereadores, que o PSDB e seus aliados fazem de tudo para impedir que prosperem.

Contra a alegação do candidato que essa matéria configuraria campanha eleitoral por parte do Esquerda Diário, o TRE entendeu que as expressões duras que utilizamos estão embasadas em “justificativas fáticas para um juízo negativo às supostas posturas do candidato como homem público, não podendo ser objeto de cerceamento, sob pena de vulneração do próprio princípio democrático.” Veja o processo completo aqui.

A precarização da saúde atentou contra a vida das mulheres da cidade. Agora o candidato golpista Eduardo Leite se volta contra a liberdade de imprensa daqueles que como o Esquerda Diário denunciamos seus atos enquanto prefeito. A gestão de Eduardo Leite em Pelotas é sim manchada de sangue e é responsável por mortes e pelo avanço dos quadros de câncer dessas mulheres, que quando retornavam ao serviço de saúde já apresentavam quadros irreversíveis ou muito avançados da doença, o que poderia ter sido evitado.




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