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Eduardo Leite avança na privatização de estatais e reafirma submissão a Bolsonaro e Guedes

No dia 02 de abril, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul aprovou, por 9 votos a 3, o relatório favorável à PEC que retira a necessidade de plebiscito para a privatização de empresas estatais. A proposta, apresentada pelo governador Eduardo Leite (PSDB) visa encaminhar a privatização de CEEE, CRM e Sulgás, como parte das negociações do Estado com o ministro Paulo Guedes e o governo Bolsonaro.

quinta-feira 4 de abril| Edição do dia

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul aprovou, por 9 votos a 3, o relatório favorável à PEC que retira a necessidade de plebiscito para a privatização de empresas estatais. A proposta, apresentada pelo governo, visa encaminhar a privatização de CEEE, CRM e Sulgás. A decisão que foi aprovada no dia 02 de abril, foi tomada diante de protesto dos servidores que não tiveram a chance de acompanhar a sessão.

A privatização das três estatais é parte do acordo firmado entre Sartori e governo Temer para negociar os termos do Regime de Recuperação Fiscal. Agora Leite negocia diretamente com Paulo Guedes, ministro do governo Bolsonaro. O acordo proposto pelo governo Bolsonaro prevê a entrega de parte do patrimônio público gaúcho para as mãos da iniciativa privada, bem como diversos outros ataques como congelamento salarial por mais alguns anos e mudanças no sistema previdenciário dos servidores.

Agora, a proposta de Eduardo Leite segue para votação na assembléia legislativa para vender o Rio Grande do Sul aos capitalista que tem sede em lucrar em cima dos serviços essenciais dos trabalhadores gaúchos.

Para derrotar os planos de Leite de submissão do Estado as exigências de Bolsonaro e Paulo Guedes, é necessário uma saída na qual os trabalhadores não paguem pela conta da crise. é necessário exigir o confisco dos bens dos grandes sonegadores, o não pagamento da dívida com a união e a total estatização sob controle dos trabalhadores das empresas estratégicas e essenciais para a classe trabalhadora. Só assim faremos os capitalistas pagarem pela crise, do contrário, continuarão as privatizações e ataques contra os direitos dos trabalhadores.




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