Gênero e sexualidade

PÃO E ROSAS

ENCONTRO DE MULHERES: na linha de frente contra Bolsonaro, a greve das professoras e o 8 de Março

Nós, professoras, metroviárias, estudantes, trabalhadoras do Pão e Rosas convidamos todas as mulheres, as mães, trabalhadoras, jovens e estudantes a participarem de nosso encontro: Mulheres na linha de frente contra Bolsonaro, a greve das professoras e o 8 de Março, na Zona Norte.

Pão e Rosas

@Pao_e_Rosas

sábado 16 de fevereiro| Edição do dia

O encontro vai acontecer no sábado, dia 23, na Avenida Guapira, 937, bem pertinho no Metrô Tucuruvi, e começa às 15h. Confira e confirme o evento no Facebook.

Haverá creche para as crianças e festa com música, comes e bebes ao final.

Sob um governo reacionário, misógino, racista e LGBTfóbico, alinhado ao igualmente asqueroso Donald Trump dos EUA, que avança pra atacar as conquistas das mulheres tanto no terreno dos direitos como aposentaria, condições de trabalho e de vida, serviços públicos e etc, mas também contra os avanços em relação ao debate de igualdade de gênero e diversidade sexual, a greve das professoras surge como uma chama de esperança que mostra um caminho para todas as mulheres e setores oprimidos e explorados.

As mulheres que estão na linha de frente da greve, se enfrentando corajosamente com a repressão policial e a intransigência dos governos, e com a burocracia sindical, as professoras que todos os dias batalham pra ensinar crianças e jovens sem prescindir do combate à opressão machista, racista e LGBTfóbica, ao mesmo tempo que estão passando por ataques a previdência e ao salário também vem sofrendo a dura perseguição da Escola Sem Partido que busca cala-las para legitimar a opressão.

Muitas respostas estão sendo apresentadas na realidade para essa situação imposta aos trabalhadores, e a nós mulheres em especial. Para nós do Pão e Rosas, a greve das professoras é um forte ponto de apoio para apresentarmos a nossa visão, de que apenas com a unidade dos trabalhadores com as mulheres a frente, podemos pela luta barrar esses ataques e nos enfrentar com as raízes mais profundas da pressão de gênero que se encontram nas bases da sociedade capitalista.

O 8 de Março, que vem sendo a cada ano mais expressivo da primavera feminista com as marchas em todo o mundo e greves massivas como na Espanha, se aproxima em meio a essa situação e pode ser um data para expressar toda essa força.

Venham todas debater conosco nossa visão de um feminismo socialista, antirracista, e da classe trabalhadora contra Bolsonaro, rumo ao 8 de Março.




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