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ELEIÇÕES CONGRESSUAIS

ELEIÇÕES PARA A PRESIDÊNCIA DA CÂMARA: Acompanhe no Esquerda Diário

quinta-feira 2 de fevereiro de 2017| Edição do dia

Atualizado às 13:40

Nessa quinta-feira, ao 12h, foi iniciado o processo eleitoral para a presidência da Câmara de Deputados. Os candidatos são Jovair Arantes (PTB-GO); Luiza Erundina (Psol-SP); Júlio Delgado (PSB-MG); Andre Figueiredo (PDT-CE); Jair Bolsonaro (PSC-RJ); e Rodrigo Maia (DEM-RJ), este que concorre à reeleição.

A sessão contava com a presença de 415 deputados em sua abertura. O processo começa com o discurso dos candidatos para o cargo de presidente da Câmara. Após a eleição do presidente, serão eleitos os outros integrantes da Mesa Diretora. Haverá disputa para todos os cargos. Para vencer, o candidato precisa da maioria absoluta dos votos em primeiro turno para ser eleito. Se houver segundo turno, ganhará o mais votado. O processo eleitoral é secreto.

Siga acompanhando o Esquerda Diário que, ao longo do dia, trará análises sobre os discursos e o resultado do processo.

Antes da votação os candidato discursaram. Rodrigo Maia, candidato à reeleição centrou sua fala em destacar a independência do legislativo perante outros poderes. Um sinal de que procurará (nem que seja para fins de obter votos) conquistar apoio daquele setores de políticos que busca "estancar a sangria" da Lava Jato e garantir um pacto de impunidade.

Logo após o discurso de Maia, Bolsonaro fez uso da palavra e buscou oferecer sua candidatura como porta-voz dos interesses mais retrógrados, dirigindo-se à banca da Boi, da Bala e da Bíblia. Jovair Arantes, representante do "centrão" buscou falar que sua candidatura ajudaria a recuperar a credibilidade da casa.

Júlio Delgado do PSB também fez uso da palavra.

André Delgado, do PDT, apoiado pelo PT e PCdoB denunciou o governo Temer como ilegítimo e enfatizou que "o Executivo está impondo pauta “perversa” e “maléfica” à Casa.

A última oradora foi Luíza Erundina do PSOL que além de colocar-se contra o golpe, enfatizou como sua candidatura não estaria em negociatas por cargos e era de oposição aos apoiadores do governo Temer em todas instâncias, em crítica indireta ao PT que tinha sinalizado o apoio a Maia.

Agora discursam líderes de partidos e os parlamentares começam a votar.




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