Política

JOÃO DÓRIA

Dória, fisiológico e "global", diz só precisar de apoio de um partido para poder se candidatar

quarta-feira 6 de setembro| Edição do dia

(FOTO: ALEXANDRE CARVALHO/A2IMG)

Depois de uma palestra para empresários durante fórum realizado pela revista Exame em São Paulo, Dória deu declarações sobre sua possível candidatura a presidente em 2018. Disse que só sairia candidato quando se manifestasse claramente e tivesse apoio de um partido, não deixando claro se esse partido é o PSDB.

Sempre que questionado, Dória pisa em ovos ao negar a sua pretensão à candidatar-se presidente em 2018. O prefeito que cortou a merenda em São Paulo não descartou a possibilidade de sair do PSDB e disse que já recebeu quatro convites de outros partidos.

Disse também que não disputará as prévias dentro do PSDB contra seu padrinho e principal fiador de sua campanha, Geraldo Alckimin, mas também não descartou a possibilidade de se candidatar mesmo que Alckimin seja o candidato do PSDB.

Já não basta o seu governo via celular, ou “global”, como ele gosta de embelezar, que abandona a cidade de São Paulo para promover a sua figura pelo país e pelo mundo, ao mesmo tempo em que faz liquidação do patrimônio público da cidade (quando não corta merenda das escolas). Doria se pretende “diferente”, um gestor, empresário, e não político, só mostra que o fisiologismo político é parte essencial da sua figura.

Leia também: Dória diz que é "prefeito global" depois de sumir de São Paulo entre tantas viagens




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