Política

14J CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Doria desrespeita Constituição, direito de greve e ameaça metroviários de demissão

Em recente fala de Dória, o reacionário governador de SP, disse que apesar de “respeitar o direito de manifestação” pode aplicar multas ao sindicato de até R$ 1 milhão e trabalhadores poderão ser advertidos, suspensos ou demitidos. Trata-se de flagrante desrespeito ao direito constitucional de manifestação e de greve.

sexta-feira 14 de junho| Edição do dia

Foto: Sindicato dos Metroviários de São Paulo

Segundo João Dória (PSDB) “O Metrô pode, dada a circunstância e com autorização judicial, ter desde advertência até punição de suspensão e demissão de funcionários que prejudicaram o funcionamento do metroviário em São Paulo. Nada tenho contra manifestações de ordem política, institucional, que se façam de forma pacífica, que não proponham ou aceitem agressão a pessoas, ao patrimônio público e privado e nem impeçam as pessoas no seu legítimo direito de ir e vir”, disse o governador.

O respeito ao direito de manifestação é tudo que Doria não tem. Em sua curta carreira como prefeito de São Paulo orientou uma violenta agressão aos professores para implementar sua versão da reforma da Previdência e poucas semanas atrás começou a distribuir advertências aos metroviários que usavam um colete que criticava a reforma da previdência. Doria fala que respeita, mas na prática desrespeita e tenta rasgar os direitos de manifestação e de greve.

Apesar das reiteradas ameaças os metroviários de SP pararam contra a reforma da previdência de Bolsonaro. Reforma apoiada firmemente por Dória e seu partido, que inclusive agora a articula como governador para angariar votos favoráveis a sua aprovação.

Repudiamos a tentativa de Dória de tentar criminalizar a legítima greve dos metroviários de São Paulo. O mercado juntamente com Bolsonaro, Dória e diversos outros políticos anseiam para ver com que trabalhemos até morrer enquanto enriquecem com nossas vidas. Hoje os trabalhadores se levantaram dizendo que não iriam aceitar essa reforma. Precisamos continuar a luta, para isso tomemos a greve geral em nossas mãos para massificar contra toda e qualquer repressão, e para enterrar de vez a reforma da previdência e os cortes na educação.




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