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GREVE GERAL

Diana Assunção chama operários da Colgate a tomar a greve geral em suas mãos

Cada fábrica precisa ter seu comitê de base e organizar a sua assembleia, pra exigir do seu sindicato que garanta um plano de luta real.

quinta-feira 22 de junho| Edição do dia

Nesta quinta-feira às 5h da manhã a campanha "Tomar a greve geral em suas mãos" chegou na fábrica da Colgate, na Zona Oeste de São Paulo. Diana Assunção, ex-candidata a vereadora de São Paulo e também diretora de base do Sindicato dos Trabalhadores da USP esteve com Pablito Santos e Letícia Parks, estudante de Letras da USP, panfletando e conversando com os trabalhadores.

"Nós precisamos tomar a greve em nossas mãos. As grandes centrais sindicais estão enrolando, não estão construindo na base e estão falando pouco da greve geral, apostando numa estratégia de enfraquecimento da greve. Não podemos aceitar isso. Cada fábrica precisa ter seu comitê de base e organizar a sua assembleia, pra exigir do seu sindicato que garanta um plano de luta real", comentou Diana.

Pablito Santos, diretor do Sintusp, considera que a campanha tem sido muito bem recebida. "As pessoas tem receptividade porque sabem o que significa a reforma da previdência e a reforma trabalhista em suas vidas. Não querem trabalhar até morrer. Por isso, frente ao corpo mole do sindicato, que exista uma campanha militante pra tomar a greve geral nas nossas mãos tem um forte impacto nos trabalhadores e trabalhadoras. É possível derrotar Temer, é possível derrotar as reformas. Por isso estamos propondo a eleição de uma Constituinte Livre e Soberana, pra mudar as regras do jogo e fazer com que os capitalistas paguem pela crise", finalizou Pablito.




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