Educação

RIO GRANDE DO SUL

Devemos cercar a ALRS contra Sartori e os ataques para barrar o ajuste fiscal!

segunda-feira 20 de novembro| Edição do dia

Essa semana será decisiva para a aplicação do ajuste fiscal do governo Sartori contra os trabalhadores e o povo gaúcho. Como denunciamos anteriormente, Sartori tem até quarta-feira para convocar uma sessão extraordinária da Assembleia Legislativa se quiser aprovar a venda das estatais gaúchas ainda esse ano, preparando o terreno para aprovar os ataques entre o natal e o ano novo.

Se depender do sindicato dirigido pelo PT e PCdoB, que na ALRS semana passada vem aprovando ataques junto a Sartori, não haverá resistência a altura dos desafios que estão em jogo. Precisamos cercar a Assembleia Legislativa nessa semana, terça-feira e quarta-feira, a fim de barrar os planos de Sartori.

A greve dos professores já se estende há mais de dois meses é o principal ponto de apoio para impedir com que os ajustes do governo sejam aplicados. Por sinal, Sartori só aguardou os 48 do segundo tempo para convocar assembleia extraordinária e ainda não aprovou todas as medidas do ajuste por conta das greves em curso. Os ajustes são parte da contrapartida exigida por Temer a fim de postergar o pagamento da dívida pública em troca de privatizações de estatais gaúchas, congelamento salariais, extinção das fundações públicas, entre outros ataques. É urgente barrarmos isso tudo, e só será possível com a força da nossa mobilização.

O CPERS está chamando uma ’vigília’ para terça feira a partir das 6h da manhã. Tal medida é insuficiente. Precisamos que demais sindicatos e centrais sindicais, em especial a CUT e a CTB, convoquem uma ampla mobilização para essa semana e literalmente cercar a ALRS, impedir com que os deputados aprovem medidas contra o patrimônio público e o povo.

É um absurdo que um punhado de deputados, que recebem salários generosos e em dia, inúmeros privilégios e regalias até o fim da vida, decidam sobre o futuro do estado do Rio Grande do Sul para, no final das contas, beneficiar um outro punhado de grandes empresários que querem comprar o patrimônio público. Nesse sentido a luta dos professores do Rio Grande do Sul deve ser e vem sendo a luta de todo o povo gaúcho. Devemos dar toda força, juntos, contra Sartori essa semana!




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