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De saída do STF, Raquel Dodge faz discurso demagógico defendendo democracia

Nesta quinta-feira a jurista Raquel Dodge deixou seu cargo de Procuradora-geral da República no Supremo Tribunal Federal (STF). Em ocasião, apesar de ser contraditório às ações que teve durante seus dois anos de mandato, como pedir a impugnação da candidatura de Lula a todo custo, Dodge fez discurso demagógico em defesa da democracia.

sexta-feira 13 de setembro| Edição do dia

Nesta quinta-feira, 12, Raquel Dodge participou de sua última sessão como Procuradora-geral da República no Supremo Tribunal Federal (STF). A jurista foi indicada por Temer em 2017 e cumpriu dois anos de mandato, agora saindo do cargo. Em seu discurso de despedida falou sobre a importância da atuação do Ministério Público Federal nos últimos trinta anos e, com mensagens demagógicas, ressaltou que todos “se mantenham alerta às ameaças à democracia”.

A Procuradora-geral Raquel Dodge, no período das eleições presidenciais de 2018, foi uma das mais firmes defensoras da arbitrária Lava Jato, decidida no pedido de cassação para impugnar a candidatura de Lula.

Agora, passados os meses, no atual governo Bolsonaro, em seu discurso de saída, elogiado pelos ministros do Supremo e carregado de hipocrisia, defendeu a democracia, dizendo sobre a necessidade de “estarem atentos a todos os sinais de pressão sobre a democracia liberal”, citando os perigos ao meio ambiente e como é responsabilidade do STF e do Ministério Público manter leis que protejam e defendam as minorias.




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