Política

ELEIÇÕES 2018

Crescimento de Bolsonaro nas pesquisas faz ações de indústria de armas subirem 28%

O crescimento de Jair Bolsonaro (PSL) nas últimas pesquisas fez com que as ações da empresa bélica Forjas Taurus subissem. Um dos mais ferrenhos defensores da liberação do porte de armas, o aumento de 27,91% das ações ordinárias da empresa bélica mostram como a candidatura de Bolsonaro, a violência e a sede de lucro dos capitalistas estão intrinsecamente ligadas.

quarta-feira 3 de outubro| Edição do dia

O crescimento de Jair Bolsonaro (PSL) nas últimas pesquisas fez com que as ações da empresa bélica Forjas Taurus subissem. Um dos mais ferrenhos defensores da liberação do porte de armas, o aumento de 27,91% das ações ordinárias da empresa bélica mostram como a candidatura de Bolsonaro, a violência e a sede de lucro dos capitalistas estão intrinsecamente ligadas. Forjas Taurus fecharem com as maiores altas da B3 nesta terça feira.

Em termos absolutos, o volume financeiro das ações ordinárias ficaram em 1,6 milhão, valor superior aos 441,7 mil registrado ontem. O giro de preferência passou de 3,9 milhões para R$10,8 milhões.

O crescimento exorbitante das ações indústria bélica Taurus evidencia que por trás do suposto discurso de ’’segurança’’ vendido por Bolsonaro, mora na realidade um incentivo ainda maior à guerra contra os pobres, e do outro lado, os capitalistas que vem nessa política uma brecha para faturar ainda mais sob a violência.

Em meio à essas eleições manipuladas pelo judiciário, Bolsonaro se destaca como o filho bastardo da Lava-jato, que não conseguiu consolidar Alckmin como um candidato viável para os eleitores. Sua imagem radical pouco condiz com a realidade, uma vez que é o candidato disposto a implementar uma dura agenda de ataques contra os trabalhadores, como a privatização de estatais, implementação ainda mais profunda da reforma trabalhista com a "carteira verde e amarela", amplamente apoiado pela bancada da bala, do boi e da bíblia. Uma candidatura à serviço dos interesses da burguesia, para que a crise seja descarregada nas costas do trabalhador, até mesmo lucrando sobre a morte do povo pobre e periférico.




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