Política

GREVE DOS SERVIDORES

Covas mente e a luta cresce: HSPM adere a greve dos Servidores de SP

segunda-feira 11 de fevereiro| Edição do dia

A greve dos servidores municipais contra o SAMPAPREV só cresce. Em meio a ameaças e mentiras de Covas sobre os servidores, Covas vê seu medo, que já não era pequeno, da unidade entre as categorias do funcionalismo público e da população crescer na luta contra a Reforma da Previdência no Município.

Nesse final de semana Covas soltou uma nota absurda, onde ameaçava cortar o ponto dos professores grevistas e os substituir, ferindo o direito de greve da categoria, e atacando um dos setores que se levanta para lutar contra a retirada absurda dos seus direitos.
Na saúde a adesão à greve vem aumentando. Desde o primeiro dia da greve existe uma adesão do Hospital do Servidor, principalmente dos funcionários do pronto socorro. Desde o dia 4 (segunda-feira) vem acontecendo um aumento da adesão dos servidores que trabalham no Hospital do Servidor, e também desde a semana passada, a ação desses servidores vem crescendo e se fortalecendo, com bancas montadas em frente ao hospital para panfletar e conversar com a população em frente ao hospital

Covas na mesma nota em que ameaçou os professores da rede municipal, desferiu mentiras ao dizer que a saúde não vinha sendo afetada e que nenhuma unidade havia sido fechada, de forma a tentar diminuir e separar os servidores da saúde do restos dos servidores em greve. Desde o início da greve, já havia adesão no Hospital do Servidor, principalmente dos funcionários do pronto socorro. Além disso, segundo dados do SINDSEP, a greve nos ambulatórios tem 100% de adesão, com forte destaque para o fato de que a greve nos ambulatórios é feita pelos próprios médicos, ou seja, são os especialistas se somando à luta de todos os servidores do município na luta pelos seus direitos. Outra expressão mais clara dessa mentira de Bruno Covas é o fechamento do ambulatório do Hospital do Servidor no dia de hoje (11), com adesão de diversos médicos. Além disso, em todas as regiões da cidade existem UBS aderindo à greve, e mostrando que entre os servidores da saúde a mobilização vem crescendo.

Por isso mesmo, a tarefa central de agora é unificar a luta entre as categorias de servidores, junto com os professores municipais e fortalecer essa unidade com a população, que também sofre com a precarização de todos os serviços públicos da cidade frente aos ataques aos servidores, para derrotar o SAMPAPREV de Covas, mas também para enfrentarmos a Reforma da Previdência de Bolsonaro, que está sendo preparada para fazer sangrar os trabalhadores e trabalhadoras de todo o país. Para isso, a unidade entre as categorias não pode ficar somente nas falas nos caminhões de som, nem somente nas palavras de Claudio Fonseca, presidente do SINPEEM e vereador pelo PPS. Tem sim, é que ser construída desde as bases, pelas mãos dos próprios servidores decidindo os rumos de suas lutas, desde os Comandos de Greve, que vem sendo os organismos mais ativos para a construção da greve e a massificação da luta.

E é fundamental que agora, os Sindicatos do funcionalismo, principalmente o SINPEEM e o SINDSEP, coloquem toda sua estrutura para massificar a Greve, com chamadas na televisão, outdoors e cartazes por toda a cidade e panfletagens massivas, além de fornecer todo o necessário para os atos regionais e comanos de greve, fazendo com que a população saiba a verdade e para passar aos servidores a confiança necessária para que sigam lutando.
E mais, as Centrais Sindicais como a CUT e a CTB podem e devem começar imediatamente a organizar os trabalhadores contra a Reforma Nacional que querem aplicar contra o povo trabalhador, definindo e botando em prática um sério plano de lutas, que inclusive abarque uma forte campanha de solidariedade à nossa luta e em defesa do direito de Greve - que é essencial para que os trabalhadores sigam lutando.




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