PEzão

Cortes de Pezão afetam saúde e educação, enquanto lucro dos capitalistas ficam intactos

Em valores reais, saúde terá corte de 1% e educação será de 3,8%. Cortes na área de urbanismo serão de 78%, 75% na comunicação e 61% na organização agrária.

quinta-feira 22 de novembro| Edição do dia

Com a crise econômica se agravando, o governador Pezão mais uma vez pretende descarregar nas costas dos trabalhadores. Para o ano que vem o orçamento da saúde será de 6,7 bi, em comparação a 6,5 esse ano. Apesar do aumento nominal, se fomos considerar a inflação de 4,43%, isso representa uma queda de 1%. Na educação o corte é ainda maior, de 3,8%. Outras áreas terão cortes mais graves, como a na área de urbanismo, onde serão de 78%. Na comunicação será de 70% e na organização agrária 61%.

Apesar disso o governo é conivente com os grandes capitalistas. Mesmo com a crise no estado, muitas isenções fiscais continuaram. Além disso, se fossem cobradas todas as dívidas de empresas, isso renderia cerca de 89 bilhões de reais. Porém, no projeto de Pezão, apenas 244 milhões serão arrecadados

É bom frisar que o estado do Rio está sob o Regime de Recuperação Fiscal (RRF). Com isso, o estado não pode dar reajuste aos servidores para poder adiar o pagamento da dívida, enquanto a mesma acumula juros.

Com isso, fica claro que no contexto de crise econômica, o governo decarrega suas consequências nas costas dos trabalhadores. Por isso é necessário que a classe trabalhadora reaja e se mobilize para impor um programa que faça com que os capitalistas paguem pela crise:

Pelo fim das isenções as empresas!

Pelo não pagamento da dívida pública! Que este dinheiro seja investido em educação e nos serviços públicos!

Por uma Petrobrás 100% estatal gerida pelos trabalhadores




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