Gênero e sexualidade

MARIELLE FRANCO

Concha acústica da UERJ agora se chama Marielle Franco

Conselho Universitário aprova a mudança de nome de forma unânime nessa sexta feira.

sexta-feira 4 de maio| Edição do dia

Imagem: Tiago Frederico / Agência O Dia

Um dia após a mudança do nome da tribuna da câmara dos vereadores hoje foi a vez da UERJ homenagear a vereadora do PSOL assassinada. A decisão ocorreu de maneira unânime em reunião hoje.

Mesmo após estas duas homenagens, continuamos sem respostas sobre o caso, e ontem ainda tivemos a notícia de que as câmeras que poderia ter gravado o caso foram desligadas um dia antes. Isso só reforça que a luta por Marielle tem que ser massiva e sem nenhuma ilusão nas forças repressivas do Estado, e que exija deste uma investigação independente, com os parlamentares do PSOL, organismos de direitos humanos, representantes dos sindicatos, intelectuais especialistas na crise social do Rio de Janeiro e outros setores que tenham legitimidade popular. Essa investigação independente tem que ter garantido por parte do Estado os recursos para trabalhar, acesso aos arquivos de investigação, contratação de peritos independentes, participar das produções de provas, entrevista com as testemunhas e ter acesso a todo o tipo de informação por parte do Estado.




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