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Chefe da diplomacia dos EUA cobra ações da China e da Rússia contra Coreia do Norte

sexta-feira 15 de setembro| Edição do dia

O secretário de Estado do imperialismo estadunidense, Rex Tillerson, cobrou que a Rússia e a China tomem medidas contra as ações "temerárias" da Coreia do Norte. A declaração do chefe da diplomacia dos Estados Unidos constam em nota publicada após o regime de Kim Jong-un lançar um míssil balístico contra o Japão, o 13º somente neste ano.

"A China supre a Coreia do Norte com seu petróleo. A Rússia é o maior empregador de trabalhadores da Coreia do Norte", diz a nota de Tillerson. "A China e a Rússia têm de demonstrar as intolerâncias delas contra este lançamento temerário tomando ações diretas próprias."

Ainda que a nota seja direcionada à China e à Rússia, o secretário americano pediu "que todas as nações acatem as novas sanções estabelecidas pelo Conselho de Segurança da ONU".

Para Tillerson, as "provocações" feitas pela Coreia do Norte vão aprofundar seu o isolamento político e econômico.

A escalada de tensões, que por ora é diplomática por parte de Washington e militarmente controlada em Pyongyang, pode levar a conflitos militares abertos dependendo do estágio dos interesses econômicos e políticos das potências envolvidas.

Veja também: O programa nuclear da Coreia do Norte e a política para a Ásia dos Estados Unidos




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