POVOS INDÍGENAS

Cerca de 1.500 lideranças indígenas participam da "Marcha das Mulheres Indígenas" em Brasília

Após ocuparem o prédio do Ministério da Sáude ontem, contra o desmonte das políticas para os povos indígenas, cerca de 1.500 lideranças, representantes de 100 povos, participam nesta manhã da "Marcha das Mulheres Indígenas", que tem como lema “Território: nosso corpo, nosso espírito”.

terça-feira 13 de agosto| Edição do dia

Frente a genocida política de Bolsonaro, lideranças de mais de 100 povos se organizaram para participar da "Marcha das Mulheres Indígenas" em Brasília, que segue até a quarta-feira (14). No dia de ontem 300 mulheres indígenas já haviam ocupado um prédio da Fundação Nacional de Saúde, reivindicando seus direitos de melhorias na saúde. Elas se posicionaram contra a municipalização e a privatização do atendimento à saúde.

As populações indígenas são um dos alvos permanentes de Bolsonaro que em sua política de benefício do agronegócio e da mineração, vê na demarcação de terras indígenas um obstáculo a ser eliminado para o desenvolvimento. O presidente desejava retirar da FUNAI a demarcação das terras indígenas passando para o Ministério da Agricultura, onde foi freado pela Justiça, assim como já reafirmou seu desejo de legalizar o garimpo, logo após uma liderança indígena ser assassinado por garimpeiros no Pará.

Nós solidarizamos a resistência dos povos indígenas, contra o projeto de extermínio dessas populações que o governo, em prol do agronegócio e da mineração deseja implementar.




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