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Campanha pelo não pagamento da dívida pública chega à UFMG

Durante a semana passada, estudantes, professores e trabalhadores da UFMG conheceram a campanha nacional “NÃO AO PAGAMENTO DA DÍVIDA PÚBLICA”, do MRT e do Esquerda Diário, a partir da distribuição de panfletos e conversas nas bancas montadas pela universidade.

domingo 24 de junho| Edição do dia

Essa campanha tem o objetivo de denunciar a dívida pública ilegal, ilegítima e fraudulenta que suga recursos do país e enriquece uns poucos banqueiros e especuladores. O pagamento "religioso" da dívida é parte do plano dos governos e capitalistas de fazer os trabalhadores e a maioria da população pagarem pela crise econômica. Enquanto pagam trilhões para a dívida retiram direitos e ameaçam reformas e cada vez mais cortes na educação, na saúde e na previdência.

As bancas foram montadas no Instituto de Ciências Biológicas, Escola de Belas Artes, Faculdade de Educação, Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas e Escola de Arquitetura e Design, e reuniram, além do material de divulgação e explicação dessa campanha, as publicações da Editora Iskra e da Revista Ideias de Esquerda, apresentando a quarta edição da Revista Ideias de Esquerda “Dossiê Maio 1968” e a segunda edição do livro “Lutadoras: histórias de mulheres que fizeram história”, que são novidades em MG.

Quem defende a educação e a ciência precisa saber que é necessário lutar pelo não pagamento da dívida pública. Por exemplo, apenas o dinheiro cortado do orçamento por FHC, Lula e Dilma (sem contar o governo golpista de Temer) para pagar essa dívida é 9 vezes o orçamento anual da educação, e essa dívida vem desde os tempos do império no Brasil. Sem pagar a dívida, seria possível manter o equivalente a 200 USP, 2.500 UFRJ ou manter 267.000.000 professores com o salário mínimo do DIEESE (valor calculado para sustentar uma família de 4 pessoas, de R$ 3.752,65). Não faltam motivos para defender o não pagamento dessa fraude.

A campanha nacional é parte da batalha por uma esquerda anti-imperialista e de independência de classe. E que consiga responder – com um programa à altura dos desafios dos trabalhadores, da juventude e do conjunto dos oprimidos por esse sistema cada dia mais decadente – às mazelas da profunda crise pela qual o país e o mundo passam atualmente. Esse programa deve levantar um verdadeiro boicote a esse mecanismo de subordinação do país aos interesses dos imperialistas e grandes capitalistas nacionais, que é mascarado pelo nome de “dívida” mas que é ilegal, ilegítima e fraudulenta.

Convidamos todos e todas a conhecer e construir com a gente essa campanha!

Veja mais em “Por uma juventude anti-imperialista: lutar pelo não pagamento da dívida para defender a educação”


Instituto de Ciências Biológicas - ICB


Escola de Arquitetura e Design - EAD


Escola de Belas Artes - EBA


Faculdade de Educação - FaE

Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas - FaFiCH




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