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Eleições | Campanha de Bolsonaro começa arrecadação com agronegócio

Reunindo-se com mais de 50 pecuaristas, Bolsonaro forma fundo de campanha, que tem limite de R$88 milhões para o primeiro turno, com o agronegócio assassino e invasor das terras indígenas.

sexta-feira 1º de julho | Edição do dia

Imagem: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O TSE definiu como teto para o fundo eleitoral o mesmo valor de 2018, corrigido pela inflação: são permitidos até R$88 milhões para o primeiro turno, e R$44 milhões para o segundo, se ocorrer.

Já procurando investidores, Bolsonaro se voltou para os empresários do agronegócio: em reunião com Maurício Tonhá, ex-prefeito de Água Boa (MT), Flávio Bolsonaro e Paulo Guedes no palácio do Planalto, Bolsonaro se reuniu com mais de 50 pecuaristas para arrecadar dinheiro para a campanha eleitoral de outubro.

O setor se mobiliza para contribuir com a campanha do atual presidente, já que sempre foi apoiado por ele: Bolsonaro, que sempre incentivou o garimpo ilegal, avançou na retirada dos direitos indígenas e contra a demarcação de terras, hoje recolhe os frutos de contribuir com as atrocidades cometidas pelo agronegócio contra os povos indígenas.

O fortalecimento desse setor ao que é hoje, por outro lado, também é fruto da política de conciliação levado por Lula e pelo PT em seus treze anos de governo, que nunca avançou em uma reforma agrária devido as suas alianças e que alimentou o agronegócio que hoje assassina indígenas e indigenistas como Dom e Bruno e hoje contribui com o governo Bolsonaro.




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