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Bolsonaro recebe assassino da ditadura Curió em encontro não oficial

Em mais uma ultradireitada do Bolsonaro na pandemia nesta segunda-feira recebeu no Palácio do Planalto ao tenente-coronel reformado do Exército brasileiro Sebastião Curió Rodrigues de Moura, o “Major Curió” símbolo das atrocidades e das violações aos direitos humanos da ditadura militar brasileira

terça-feira 5 de maio| Edição do dia

Em mais uma ultradireitada do Bolsonaro na pandemia nesta segunda-feira recebeu no Palácio do Planalto ao tenente-coronel reformado do Exército brasileiro Sebastião Curió Rodrigues de Moura, o “Major Curió” símbolo das atrocidades e das violações aos direitos humanos da ditadura militar brasileira. Curió é também um símbolo da impunidade dos agentes da ditadura, da lei de anistia que garante até hoje que pese a ter sido denunciado inúmeras vezes pela sua participação dos sequestros e assassinatos de militantes de esquerda em Araguaia na década de 1970 figuras como Curió continuem livres. Curió é reconhecido pela própria Comissão Nacional da Verdade (CNV) como um dos 377 agentes autores de crimes contra os direitos humanos

Os reacionários Bolsonaro e o Major Curió aparecem sorridentes no encontro no Planalto que aconteceu sem constar na agenda oficial do presidente dias antes respondeu os questionamentos ao aumento de mortes pela COVID-19 com "e dai?" e que aparentemente tem tempo para encontros com assassinos da ditadura em meio a uma enorme crise econômica social e política aprofundada fortemente pela pandemia do coronavirus. O encontro foi descrito pelo clã Bolsonaro como um “dia de dois amigos se encontrarem e dizer FORÇA”. O Bolsonarismo começa essa semana com atos da sua base reacionária e com encontrocom figuras nefastas da ditadura, se preparando para novos embates na crise aberta pela renuncia do Sérgio Moro.




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