Economia

ELEIÇÕES 2018

Bolsonaro fará Plano de Demissão Voluntária para servidores públicos

Com o objetivo de cortar parte dos 633 mil servidores civis ativos no Poder Executivo, Bolsonaro pretende aplicar um Plano de Demissão Voluntária (PDV) para servidores públicos, segundo o jornal Gazeta do Povo.

domingo 28 de outubro| Edição do dia

Para continuar com mais violência os ataques de Temer, que já tentou diminuir o quadro de servidores públicos em julho de 2017, Bolsonaro promete, caso seja eleito através dessas eleições manipuladas, reduzir despesas e cortar benefícios de servidores da saúde e educação, um dos principais alvos de seus ataques.

Para Bolsonaro são os servidores públicos um dos principais problemas do país, mas não os funcionários de alto escalão e comissionados nomeados pelo próprio governo. Generais, capitães e juízes seguirão com seus salários milionários, auxílios tudo e pensões vitalícias para seus familiares, ou seja, os políticos com esquemas de funcionários fantasma, os desvios e a corrupção que existe em Brasília seguirão firmes.

Os salários dos servidores públicos tomam menos de 0,3% da folha de pagamento federal, que inclui os salários estratosféricos dos políticos e juízes, com todos os seus assessores figurativos, auxílio-transporte (de avião particular), vale-terno importado, bolsa-hotel 5 estrelas, etc.

Uma medida que não é direcionada ao alto escalão do funcionalismo, a burocracia estatal, mas sim aos de baixa remuneração e que cumprem serviços essenciais, como saúde e educação, que em sua maioria inclusive são mulheres. Aquelas chefe de família que segundo Bolsonaro apenas criam "desajustador".

Esse ataque vem com o objetivo de reduzir ainda mais o quadro de funcionários públicos, que na realidade já é bastante insuficiente dada a demanda de serviços, sobrecarregando os demais e precarizando cada vez mais o atendimento a população. Um passo importante também para justificar seus planos de privatização, o qual temos nos colocado contundentemente contra, por se tratar de uma venda dos nossos direitos, à serviço de enriquecer ainda mais alguns magnatas.




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