Política

ENTREGUISMO

Bolsonaro entrega o Banco Central para o Santander aumentar seus lucros no roubo do país

quinta-feira 15 de novembro| Edição do dia

O Santander é o maior banco estrangeiro no país. Uma boa parte de seu lucro mundial sai daqui. Entre outros negócios fabulosos que tem no Brasil é o de ser um dos bancos que tem o monopólio legal de negociar a dívida pública, controlada pelo BC. Agora um agente do Santander vai presidir as operações que dão lucro a seu antigo banco. Ele substitui um funcionário do Itaú que fazia o mesmo papel no governo Temer.

Bolsonaro e Paulo Guedes tinham demonstrado que gostariam que o diretor do Itaú e atual presidente do Banco Central, Ilan Goldfjan continuasse no cargo. Este não quis, como sempre o Banco Central continuará nas mãos de banqueiros que lucram com os negócios da dívida pública brasileira. Desta vez será o turno do Santander, através de Roberto Campos Neto que foi um Bolsonarista de primeira hora.

O Santander extrai grande parte de seu lucro mundial no Brasil, quase 40%. Isso porque ele é um dos bancos agraciados com um dos mais lucrativos negócios do país, o de ser um dealer da dívida pública, um dos 12 bancos e instituições financeiras pelas quais passa pela mão quase todos negócios da dívida do país.
Esse negócio faz – como noticia toda mídia especializada em finanças – faz a rentabilidade do Santander Brasil ser muito superior a de todos seus concorrentes europeus.
É para cuidar desse botim, regular o câmbio e os juros, outros negócios caros ao Santander que Roberto Campos Neto foi nomeado.

Graças a estes negócios como meio com a crise, os lucros do Santander no Brasil não param de crescer.

O economista do Santander, foi um ativo defensor de Bolsonaro no mercado financeiro mesmo quando seus pares buscavam Alckmin ou Amoedo e agora é agraciado com este cargo pelo seu antigo chefe na Bozanno Investimentos, Paulo Guedes.

Neste jogo de compadrio, de cartas marcadas, organizam a pilhagem dos recursos do país, cotidianamente com a dívida pública que rende R$ 1trilhão a seus donos e em vários controles dos rumos do país para aumentar a penetração do capital imperialista e seus lucros.

O Esquerda Diário defende o não pagamento da dívida pública para terminar com este mecanismo de submissão ao imperialismo e organizar os recursos nacionais para garantir saúde e educação. É preciso romper com essa subordinação ao imperialismo herdade desde a ditadura, e aumentada sob os tucanos e continuada nos governos do PT e que agora Bolsonaro promete aumentar. É necessário organizar a luta contra a reforma da previdência, as privatizações e outros ataques que Bolsonaro está promovendo, para isso exigimos que as centrais sindicais organizem milhares de comitês em cada local de trabalho e estudo para resistir a esses ataques.




Tópicos relacionados

Não ao pagamento da dívida pública!   /    Dívida pública   /    Política

Comentários

Comentar